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Putz, que título besta, mesmo porque não vou falar do Xbox 360, mas eu queria usar esta piada em algum lugar…

Pois bem, essas últimas semanas tem sido corridas pra mim, só em viagem e trabalhando muito. Quando chego a noite no hotel só tenho vontade de deitar na cama e descansar vendo TV.

Como na minha casa em Campinas não tem TV a cabo (nem TV aberta funciona direito), a primeira semana no hotel passou rápido, matando saudades da MTV, Discovery Channel, Warner, Sony, Fox e FX… mas não demorou muito para eu me lembrar do porque TV a cabo não faz falta nenhuma em casa: tudo se repete infinitas vezes. “Programação recursiva” é um saco.

Para muitos esse é um cenário de tédio, mas para mim é um cenário perfeito para uma nova aquisição: um PSP! (TaDa!)

Pois é, semana passada comprei um PSP, e desde então tenho me surpreendido com o aparelhinho. A diversão é garantida! Com ele comprei o óbvio God of War, como eu já esperava,  o jogo é fantástico. Ainda não o terminei pois além de estar curtindo aos poucos, outros jogos estão me prendendo:

  • Gran Turismo: a versão portátil esta bem bacana, gráficos legais e jogabilidade tranquila. O único ponto negativo é o modo carreira, meio vazia, mas mesmo assim me prendeu bastante.
  • LocoRoco 2: Minha esposa disse para eu jogar este jogo escondido e com fones de ouvido, pois ele é muito “alegre”… Realmente o jogo é meio biba, com musiquinha biba, personagens biba, cenários biba, mas mesmo assim ele vicia. Possui um “gameplay” bem diferenciado e bem bacana. Às vezes é bom sair do trivial (só nos games hein, só para deixar bem claro). Sim, vou jogar escondido e de fones.
  • Patapon: Eu teria passado batido por este jogo se meu amigo Guilherme Chicalé não tivesse falado dele pra mim no começo de 2009 e recentemente recomendou o jogo novamente quando soube do meu PSP. Testei o demo da PSN e… “Pata-Pata-Pata-Pon!” musiquinha do inferno que não sai da cabeça! É um jogo de ritmo com elementos de estratégia, super-ultra-viciante. Terminando este eu compro a continuação sem pensar!
  • PixelJunk Monsters Deluxe: Procurando por um jogo de Tower Defense me deparei com este, super bem cotado no Metacritic.com. Pelo que andei lendo ele é tido como um clássico do estilo e com bastante sucesso no PS3/PSP. Realmente fantástico, com gráficos bem feinhos, personagem tosco e musiquinha irritante mas com uma jogabilidade fabulosa. Como todo jogo de Tower Defense que eu conheço, é viciante e divertido ao extremo! (Ok, só tenho 3 excelentes referências: Defense Grid, South Park e Plants vs Zombies).
  • Echochrome: Vou ser sincero, eu comprei um PSP por causa deste jogo. Desde que foi anunciado a mais de um ano atrás eu fiquei maluco, o pior é que ele é exclusivo da Sony (PSP e PS3), sem chance de sair para XBLA. Na verdade é um estilo de jogo que Microsoft infelizmente não aposta muito, uma pena, mas a Sony nesse sentido é bem mais ousada. De cara, esse foi meu primeiro download na PSN. Vale cada centavo. O jogo é um puzzle difícil de ser descrito, o mais fácil é olhar um vídeo (abaixo). O jogo mostra como nosso cérebro é condicionado em acrediar no que se enxerga. Sério, este jogo dói a cabeça!

Fantástico, não?

Ainda estou a procura de outros games para o console portátil. Baixei os demos da PSN e realmente não me dei bem com jogos luta e de tiro… não sou nada sem o segundo comando analógico. Então vou focar principalmente em corrida, puzzles, plataforma e ação tipo God of War. Alguém tem algo para me sugerir que não seja luta ou tiro? Alguns que estou de olho para o futuro: Rock Band Unplugged, Lemmings, Castlevania, Little Big Planet (quando lança?), MotorStorm e Ultimate Ghosts ‘n’ Goblins.

O bacana de se pegar um console com alguns anos de vida é que você tem a sua disposição uma grande variedade de títulos consagrados, não precisando se arriscar em títulos duvidosos.

Navegar pelo XMB (software básico do PSP) foi super tranquilo e intuitivo. Usar a PSN pelo PSP também foi muito simples, sendo que comprei os jogos via download (exceto o God Of War, que esta no curioso e falecido UMD). Tudo correu perfeitamente bem.

O único ponto negativo até agora é o navegador de internet, lento e não abre os sites de maneira satisfatória, meu Nokia N95 com o SkyFire dá um banho nesse do PSP. Aliás, a lentidão se relaciona em tudo que utiliza a conexão Wi-Fi, um download de 100Mb leva em torno de 40 minutos (testei m 3 redes diferentes). Outros serviços como o Skype ainda não testei, mas é o tipico serviço que nem é o foco para mim no momento (se bem que seria legal gravar um podcast usando ele).

Mas sabe o que achei mais estranho? Jogar sem aparecer de tempos em tempos a mensagem de “conquista desbloqueada”… Podia pelo menos fazer o barulhinho :-)

Já faz um tempinho que estou ensaiando para escrever aqui, mas o tempo ficou corrido demais…

E como agora estou sem muito tempo para jogar, vou ter que falar de trabalho. Claro que estou cogitanto a compra de um PSP (e aí, PSP 3000 ou PSP Go?) para horas de viagens, que serão constantes a partir de agora, e ficar em quarto hotel é um tédio enorme…

Vou falar um pouco de Gestão de Projetos. Sei que alguns visitantes daqui são da área de TI, então a gestão de projetos deve (ou deveria) ser de conhecimento para este público, mas vamos a alguns conceitos. Antes de falar do papel do Gerente de Projetos, precisamos saber o que é um Projeto.

De maneira resumida, um projeto é um grupo de atividades com enfoque para gerar um ou mais produtos únicos. Esse grupo de atividades possuem inicio, meio e fim de forma bem definidas. Exemplos clássicos disso não faltam: a construção de uma casa, o desenvolvimento de um sistema, a implantação de um sistema, a revisão de um carro, e por aí vai. Simples? Pois é, deveria ser… mas vejo muitas empresas (que eu tenha trabalhado ou que tomei conhecimento) que já não levam isso ao pé da letra, confundindo projeto com operação.

Operação é algo contínuo, que gera produtos idênticos. Nada melhor para exemplo do que uma fábrica de automóveis. Eles constroem vários carros por dia, teoricamente idênticos entre sí. Parece um conceito básico, mas é muito comum misturar as coisas. TI é campeão nisso, misturando um projeto com operação… na área de engenharia a coisa é mais simples de se separar, por exemplo a construção de uma casa, há o projeto para construir uma casa, mas a partir do momento em que ocorre a “entrega das chaves” o projeto, teoricamente, foi finalizado. A partir deste momento a casa esta em “operação” pelo proprietário. TI consegue fazer disso um inferno. Quantas vezes você já não viu projetos que nunca terminam? Daqueles projetos em que o pessoal termina o software mas já aparecem evoluções dentro dele? E quando se vê você tem aquele famoso “projeto guarda-chuva”?

Depois volto com mais coisas sobre Gestão de Projetos. Minha idéia é começar a blogar experiências passadas, que vistas isoladamentes podem parecem absurdas e engraçadas, e experiências atuais. Não me xinguem, estou sem tempo para outra coisa que nao seja trabalho :-)

Post rapido!

Lembram das gafes que cometi naquela entrevista, mandando mail errado e etc? Pois bem, depois dessas gafes tiveram outras, como errar o nome da recrutadora do RH por duas vezes seguidas, e fazer uma entrevista com o diretor que não falava Português e só sabia o Espanhol (não sei nada de espanhol). Como se isso não bastasse, um dia antes da entrevista com esse diretor eu precisei ir para o hospital por causa das minhas costas, então além da entrevista já ser de difícil comunicação eu ainda estava dopado de remédios para aliviar dor e relaxar músculos. (quem toma um desses consegue imaginar minha situação no momento).

Mas tudo isso virou história! Pois na segunda-feira tive a confirmação de que a vaga era minha!!!

A espera de quase 4 meses procurando emprego valeu a pena, a vaga é perfeita para mim! É em Campinas com viagens constantes, projetos grandes e empresa sólida!

Como pretendo comentar de gestão de projetos aqui no blog não vou falar em qual empresa fui selecionado, assim terei mais liberdade em posts futuros, mas adianto que é uma multinacional com 30.000 funcionários que atua em serviços de TI.

Bom, é isso, agora pretendo manter o blog mais atualizado, afinal agora tenho ânimo!

Agradeço pelo apoio do pessoal!

Bom, tem coisa que parece mentira, tamanha coincidência… mas veja o que aconteceu comigo esta semana:

Quarta-feira veio um grande amigo meu aqui em casa. É amigo, padrinho de casamento, vizinho, ex-chefe, ex-fornecedor… Vamos chama-lo de Pedro. Conversa vai, conversa vem e ele me fala:

- Cara, me manda seu currículo que eu te indico para umas pessoas que conheço… mas deixa que vou te passar meu mail novo chegando em casa.

Ok, perfeito! Ele saiu e 15 minutos depois recebo um SMS no meu celular de um número estranho: pedrojoão@qualquercoisa.com.br (e-mail inventado, ok?). O número diferente eu nem liguei, pois o cara trabalha com mobile services, e sempre tem um telefone novo…

Isso era 13h da tarde. Enviei o mail com meu CV e claro, foi bem informal:

Velho, segue meu CV anexo.

PS: Que mail estranho pe esse?!

Tudo indo bem, como sempre e tal. Por volta das 18h30 do mesmo dia um colega de trabalho da minha ex-empresa me liga, falando o seguinte:

- Cara, te indiquei para uma vaga foda! Se tudo der certo você começa em uma semana! Falei muito bem de você! Te mandei o mail da pessoa para você entrar em contato e enviar o currículo, o nome dele é Pedro João… te mandei por SMS no começo da tarde.

Pois é, gafe geral. Mas tudo bem, no mesmo dia mandei um mail explicando a situação pro contato…

Claro que se a história acabasse aqui ficaria sem graça. Então hoje, sexta-feira, eu estava conversando com um amigo no celular, marcando de fazer uma jogatina em casa amanhã e a ligação caiu… 30 segundos depois meu celular toca e eu prontamente atendi:

Fala Juninho! Que feio desligando o telefone na minha cara! Não quer mais jogatina é só falar.

Do outro lado da linha:

Boa noite. Quem fala é Pedro João, gostaria de conversar com o Alessandro. Ele se encontra?

PQP! Sexta-feira 21h30! Quando que eu poderia imaginar que receberia uma ligação profissional… Mas com certeza foi uma excelente noticia.

Pedi mil desculpas e marcamos um entrevista na segunda-feira… Espero que dê tudo certo, pois mais uma dessas e a pessoa me bate!

Para o resto do Brasil, 22 de agosto é o dia do folclore. Para mim e meus amigos é meu aniversário!

Pois é, fiz aniversário neste sábado! Level-up! (Se eu estivesse em um RPG eu colocaria os pontos ganhos em “empregabilidade”, mas não é o caso.)

O ponto é: tive um dia perfeito! Minha esposa cuidou de cada detalhe! Acordei com meus presentes, uma cafeteira francesa e um pó de café Kenya do Starbucks! Oh Yeah! Agora faço meu próprio Starbucks! Show!

E ganhei um dos jogos que eu tava mais babando neste ano: Guitar Hero: Metallica! Caraca, estou querendo esse jogo a tanto tempo… só sei que vou jogar muito! Bom, ele chega hoje ou amanhã… o Submarino sempre presente fazendo a parte dele.

Saimos e fomos almoçar no Outback. Quem não conhece precisa ir, pois lá tem o “Toowoomba Pasta“. Se nunca comeu, não sabe o que esta perdendo…

Depois de almoçarmos fomos para o Zoo Parque de Itatiba passar a tarde. Fica aqui a dica de um lugar excelente para quem gosta de animais. Ficamos a tarde toda lá, o lugar é muito bom! Diversão garantida!

A noite fomos conhecer o Jockey Piano Bar, onde estava rolando um jazz com piano e sax em um ambiente pra lá de especial. Lugar fantástico! Com certeza voltaremos!

Enfim, meu aniversário foi espetacular este ano, e claro, o maior presente mesmo foi ter minha esposa do meu lado o tempo todo proporcionando tudo isso! Ela quem preparou tudo! Eu só fiquei de passageiro :-)


Pessoal,

Só para avisar que estou vivo, só ando meio que sem idéia para postar aqui… bom, na verdade idéia até tenho, mas como estou colaborando com o Vitrola Velha para posts musicais e escrevendo alguns textos de games por fora (novidades na semana que vem), não sobra muito para escrever aqui… Mas tenho postado algumas notícias no Portal Xbox além de ter investido um tempo para evoluir a ferramenta de Mini-Reviews do PXB, dá uma olhada lá.

Na verdade ando pensando em escrever algumas coisas sobre gestão de projetos aqui, mas acho que meu “público” não vai gostar… Enfim, do que mais vocês gostam além de músicas e games?

Bom, paciência ok? Logo volto a ativa por aqui. ;-)

(PS: Ainda desempregado, mas bem encaminhado. Acho que em setembro estou de volta, vamos ver…)

[]s

AyPyCy

Você já deve estar pensando: “Ai meu Deus… ai vem mais um comparativo do Gh e RB”. Pois é, acertou!

Eu não ligava muito para este estilo de jogo musical, achava bem besta. Como guitarrista “aposentado” eu sempre imaginava que era mais divertido tocar “de verdade” e que o jogo seria, pelo menos, para botar um pouco de Rock na cabeça da molecada.

Meu primeiro contato, jogando efetivamente, foi com o demo do Guitar Hero 3 que saiu na Live, jogando com o controle. Foi viciante. Logo em seguida um amigo me emprestou o mesmo jogo com a guitarra… viciei ainda mais na hora!

Na mesma época minha esposa tentou comprar um para mim de presente. Na verdade comprou mas extraviou… e depois ela tentou comprar mais um monte de vezes e nunca deu certo. (guarde esta parte, no final terá mais uma tentativa dela…).

Fiquei com o jogo dele por uns 3 meses, jogava direto, muito bom. Nesta época arranjei um Rock Band (que comprei por R$60!!!) e foi só alegria.

Vou ser bem direto: Rock Band tem as melhores músicas e a possibilidade de downloads semanais. O Guitar Hero tem a melhor jogabilidade. O modo como as músicas são mapeadas no Guitar Hero é muito melhor, dando muito mais a sensação de se estar tocando o instrumento. Consequentemente é mais difícil.

O Guitar Hero 3 e o World Tour tem alguns downloads, mas nisso o Rock Band dá um show! É tanta música que você não tem como ter todas. Tá, tem, mas ficaria pobre. Eu tenho quase 3gb de músicas do Rock Band.

Depois de um tempo que devolvi o GH3 para meu amigo, comprei o Bundle Jogo+Guitarra do Guitar Hero: World Tour (que veio sem imposto para mim!!!). A decisão da compra foi simples: O instrumento era compatível com todos os jogos musicais (GH2, GH3, GH:Aerosmith, RB, RB2) até então. E o do RB não era compatível com os GH antigos.

Na mesma época eu tive a oportunidade de brincar com a bateria do Rock Band jogando Rock Band 2… Nem preciso dizer que a vontade de ter uma foi lá pra cima, mas era muito caro. Logo depois um colega de trabalho ganhou o kit completo da Guitar Hero World Tour e tive a oportunidade de jogar com a bateria do GH, que tem um desenho diferente, lembrando mais uma bateria,  e uma “nota” a mais.

Depois de um tempo vendi uns jogos meus por aqui e comprei uma bateria do Guitar Hero World Tour para mim. A decisão não foi apenas a compatibilidade, mas sim o fato de ter aquela “nota” a mais.

Tenho jogado muito o GH:World Tour e o Rock Band. E mais uma vez o Guitar Hero se supera na jogabilidade. Além das notas serem melhor mapeadas, a “nota” a mais faz toda a diferença.

Vou tentar explicar.

No Rock Band, temos 4 “notas”, além do bumbo no pé:

  • Nota 1: Caixa
  • Nota 2: Prato/ Tom-tom
  • Nota 3: Prato/ Tom-tom
  • Nota 4: Prato

Essas notas 2 e 3 que ficam se revesando deixa a coisa meio travada, principalmente se você joga prestando mais atenção na música do que nas cores em sí.

Já a do Guitar Hero, temos 5 “notas”, além do bumbo no pé:

  • Nota1: Caixa
  • Nota 2: prato 1
  • Nota 3: tom-tom
  • Nota 4: Prato 2
  • Nota 5: surdo

A grande diferença é que a sensação de tocar uma bateria é infinitamente maior, além de permitir você tocar mais prestando atenção na música do que nas cores. Essa sensação é ainda mais aumentada graças ao mapeamento que existe no Guitar Hero, tudo perfeito.

Outro ponto positivo que existe no GH e não no RB: a bateria (e o jogo) diferencia notas fracas e fortes, e existe notas prolongadas (onde você fica batendo, como numa finalização de música).

Usando a bateria no Rock Band, o jogo deixa de utilizar uma “nota”, transformando sua bateria do Gh numa do RB.

Enfim, a sensação final é que o ideal seria ter a equipe do Guitar Hero fazendo os instrumentos e mapeando as músicas, enquanto a do Rock Band escolhia as músicas e cuidava dos gráficos (que são mais bacanas, na minha opinião). Teriamos o jogo musical perfeito.

Uma coisa que me chama a atenção… os gamers tem reclamado muito dos lançamentos do Guitar Hero, considerando como “caça-níquel” e etc, e sempre exaltando os DLCs do Rock Band. Sim, o RB humilha nesse quesito, é muita música mesmo, mas elas são caras. Tem os packs com desconto, mas temos em média o preço de US$2.00 por música. Um jogo novo esta custando cerca de US$60, mas a diferença é que o jogo trás bem mais músicas (o próximo GH terá 85 músicas, faça as contas). Ou seja, o RB cobra muito caro pelas músicas, mas te dá a opção de escolher as que te mais agrada….

Bom, minha dica é: compre os instrumentos do Guitar Hero com o jogo, mas compre o Rock Band também, pois as músicas  são melhores.

Ontem quase ganhei da minha esposa um Guitar Hero Metallica, mas o Submarino me fez o favor de invalidar os cupons do Itaucard e do American Express…. Incrível como ela nunca consegue comprar um Guitar Hero pra mim!!!

Espero muito o RB: Beatles este ano, mas teria ficado mais feliz se fosse um GH:Beatles… vamos ver, espero estar enganado. O GH:Metallica eu espero muito também, não vejo a hora de botar a mão nele, mesmo porque consegui 95% tocando Sad But True no Expert no demo do jogo… Meu Deus, adoro Metallica!!!! :-)

(na minha fila também consta o Rock BAnd 2 para ser comprado, mas ainda não apareceu um baratinho…)

Hoje participei de um processo seletivo que me ajudou a entender o porque do mercado de TI estar tão difícil.

Só para situar:  posso afirmar que meu currículo é bom, tenho 12 anos em experiência de TI, sendo 5 anos de experiência exclusiva em Gestão de Projetos, alguns acima dos R$1mi (o que me encaixa como Sênior no assunto) e ainda tenho a certificação PMP (que é uma certificação reconhecidamente difícil de ser conseguida), além de ter pós-graduação na área, estar cursando um MBA e me certificando ITIL, além de conhecer RUP, FDD, Scrum e CMMI. Tá, não sou o Bill Gates, mas meu currículo esta legal.

Mas desde que comecei a procurar um novo emprego tenho estranhado o fato de não estar sendo chamado para entrevistas. Ok, sou feio, posso ficar nervoso em entrevistas, a pessoa pode não ir com minha cara… mas isso só seria possível se me chamassem para a entrevista.

  • Primeira ação que tomei, verifiquei se meus contatos estavam corretos, afinal posso ter errado o número de celular… mas estava ok.
  • Segunda ação, reescrevi todo meu currículo, sei lá, de repente não estava agradando a escrita… deu na mesma.
  • Terceira ação, enviei para alguns amigos analisarem e me apontarem os possíveis erros, não mudaram uma linha sequer.
  • Quarta ação, rezar ou tentar fazer pacto com o demônio.

Talvez tenha sido a quarta ação, não sei ao certo se foi a reza ou o pacto (quando eu morrer eu descubro), mas nesta semana participei de 2 processos, ainda em andamento, mas o de hoje me esclareceu tudo.

Fui para São Paulo e na empresa me juntei a mais 5 candidatos numa sala. Não foi dinâmica em grupo, mas sim uma forma de otimizar o tempo de todos. Preenchemos formulários, resolvemos cases (tudo individual) e por fim nos apresentamos, o que achei muito interessante, pois me permitiu conhecer meus concorrentes.

Antes de falar da apresentação, vou citar o que a recrutadora disse: “A vaga ficou anunciada por 24 horas em um site apenas, neste periodo recebemos certa de 500 currículos, dos que analisamos selecionamos alguns para o diretor da área e ele selecionou vocês 6. Vocês já deram um grande avanço no processo”.

Imediatamente lembrei da seguinte piada:

“A recrutadora do RH entra na sala do diretor carregando uma caixa de papéis, e diz:
- Senhor João, trouxe aqui os currículos para a vaga que o senhor pediu.

O diretor olha para a quantidade de papel e diz:
- Tudo isso?
Ela responde:
- Sim, recebemos certa de 500 curriculos para a vaga!
Ele levanta de sua mesa, pega os currículos, joga para cima no melhor estilo Xou Da Xuxa sorteando cartas e recolhe apenas os que cairam em cima de sua mesa.

A recrutadora de RH olhando a cena, espantada, comenta:
- Senhor João, o senhor não vai analisar os que cairam no chão?
Ele responde:
- Não quero contratar azarados.”

Isso que esta acontecendo! Ela não chegou a ler os 500 curriculos! Culpa dela? Claro que não, foram 500 curriculos para apenas uma vaga de Gerente de Projeto, sendo que só na área de TI existem mais 4 vagas abertas para analistas e programadores, numa empresa onde existem 12500 funcionários! Imagina a quantidade de curriculos que ela não recebeu para tudo quanto é vaga em aberto?

Então estou sendo jogado na sorte, isso é claro. Mas o pior foi na apresentação:

Tirando eu sobra mais 5. Destes 5:

  • 1 não tinha nenhuma graduação
  • 4 não tinha nenhuma experiência como gerente de projeto
  • 5 não tinham PMP
  • 1 não sabia o que era PMP*
  • 1 não sabia o significado de “expectativa”
  • 1 levou um currículo com foto…

* Um detalhe a ser explicado para os leigos. Um candidato a gerente de projeto que não sabe o que é PMP, é como um Padre que não sabe o que é uma Bíblia.

Ou seja, dos 5 eu só considero mais um como meu concorrente, os outros 4 não eram gerentes de projetos e sim tinham desejo de ser gerentes de projeto. Agora eu fico imaginando os outros 494 currículos…

Não sei se estou conseguindo explicitar minha preocupação, mas o ponto é que a galera esta mandando currículos para tudo, sem critério! Na boa, 500 curriculos para gerente de projeto é muita coisa! E pelo que vi nas apresentações, o preparo para a função é mínima! Os profissinais estão escolhendo a função pelo salário e não pela qualificação. Estão poluindo o mercado!

Ah, o salário…

O que acontece quando uma pessoa ganha X e sabe determinada função ganha normalmente 2X? Ela vai querer essa vaga e se não tiver qualificação ela aceita trabalhar nesta função por 1,5X. Na prática? Dos dois processos que tenho em andamento: o de Campinas paga 62% a mais do que o de São Paulo. Talvez Campinas não esteja “infectada” por este tipo de candidatos.

Me preocupa o fator da “sorte” envolvida. Sorte é um fator que não tem me acompanhado ultimamente…

Ah, mesmo assim eu não creio que serei chamado para a vaga de SP, ainda tem uma entrevista e parece que morar em Campinas pode ser um problema. E para a vaga de Campinas falta apenas uma entrevista com um americano por telefone, ou seja, acho que também não rola… Apesar do meu inglês ser avançado, para falar tenho certa dificuldade, falta de prática mesmo… vamos ver…

mergulho2

Ok, exagerei no título do post, queria dramatizar mesmo… Mas na verdade o que quero escrever é sobre alguns hobbies que tenho deixado de lado nos últimos tempos, mas que pretendo voltar a praticar algum dia.

O primeiro, e o que eu mais sinto falta, é o Mergulho Autônomo. Em 2002 fiz o curso para ser mergulhador, sendo que em 2002 e 2003 foram os anos que mais me dediquei ao esporte, conhecendo muitas praias de SP e RJ. Aliás, por sorte, morei no Rio de Janeiro por um ano neste periodo, então consegui mergulhar no Rio de Janeiro e em Arraial do Cabo.

O que dizer do mergulho? É talvez uma das melhores atividades esportivas a se fazer. Se você tem interesse sobre o mergulho, faça o curso, a chance de se apaixonar por esse mundo é muito grande. É difícil existir mergulho ruim, e olha que já peguei alguns bem, digamos, desconfortáveis, como gelados (13° no mar do Rio de Janeiro), sem visibilidade nenhuma e com enjôo até de baixo d’agua em Natal (lua de mel, achei que iamos morrer naquele barco maldito, mas o mergulho foi show). Mas claro, tem os fantásticos, como encontrar tartarugas, ouvir som de baleia (Laje de Santos!), a incrível sensação de parecer flutuar. Ah, tem o silêncio também, só você e sua respiração, simplesmente indescritível. Fiz o curso de mergulho noturno, que multiplica tudo por 2, pois chega a ser melhor do que o diurno!

mergulho

De 2004 a 2006 fui diminuindo o ritmo dos mergulhos. Talvez o principal motivo tenha sido o financeiro, fato: mergulhar é caro. Comprei quase todo o equipamento no decorrer do tempo, mas saindo de Campinas, o lugar mais próximo é Santos na Laje de Santos (que é um lugar fantástico), uma operação sai por volta de R$250, o que te dá direito a mais ou menos 2 “afundadas”, sem contar seu custo de transporte e alimentação. Caro, muito caro, mas vale cada centavo. Acho que nunca gastei tão bem meu dinheiro como nos mergulhos.

Se eu já estava parando de mergulhar, depois da minha hérnia de disco a coisa piorou. Não sei se será possível voltar a mergulhar, mais por receio, precisaria estar mais seguro e sem nenhuma dor para me afundar, mas de qualquer maneira, mesmo apertado de grana, o equipamento eu não vendi. Quem sabe assim que tudo se estabilizar…

Recomendo muito! Quem tem curiosidade, corra atrás!

O segundo que sinto falta é o Poker.

Aprendi a jogar poker por volta de 2000, mas comecei mesmo a me interessar por volta de 2005, quando aprendi o “maldito” Texas Hold’em. Em 2005, 2006 e 2007 eu fazia mesa de poker quase todas as terças-feiras em casa, com amigos. Claro, sempre a dinheiro, com cacifes de R$10.00. Era um valor que precisava ser baixo para divertir e alto para ser levado a sério.

Antes de mais nada você precisa entender: não existe Poker sem valer dinheiro. Isso é fato!

Cheguei a me aprofundar bastante no jogo, li alguns livros e realmente aprendi a jogar legal. Quem acha que Poker é jogo de azar, é porque não sabe jogar. A galera era bem ponta firme e sempre tinhamos mesa cheia, todos jogavam de forma bem séria. Tivemos alguns pontos fora da curva, indo para São Paulo jogar em mesas de “gente grande”, experiências únicas, onde numa noite você aprende muito mais a jogar do que lendo qualquer livro.

poker

Cheguei a jogar pela internet também, mas não gostei, senti falta do “calor” da mesa. O jogo na internet é muito frio e racional. Claro, parei também na internet pois mais perdia do que ganhava…

Em 2008 veio minha hérnia de disco e com isso o poker foi interrompido em casa, pois não tinha jeito de ficar sentado horas diante uma mesa. Mas na época que fiquei em repouso eu joguei bastante pela internet, apenas por diversão. Hoje já penso em voltar a jogar, preciso ver com o pessoal, o que complica é a academia que sou “obrigado” a fazer toda noite, mas assim que passar o frio vou ver se consigo reunir o pessoal (jogamos na varanda).

Antes que digam alguma coisa, o poker não é ilegal. Ilegal é a exploração do jogo, ou seja, casas que ganham e promovem o chamado “cash game”, o que existe muito são os chamados torneios, onde se faz uma inscrição e os primeiros colocados ganham prêmios, isso é legal, tanto que existem inúmeras casas em SP que vivem disso.

Enfim, não existe nenhum jogo melhor do que o Poker. Até de qualquer video-game ele ganha.

Por fim, e não menos importante, guitarra!

A muito tempo atrás eu fui um guitarrista, e tinha até uma banda! Acho que até era um guitarrista bom, minha banda tocava Steve Vai! Realmente estudava muito o instrumento e música em geral, isso era na década de 90. Quando vim para a faculdade acabei deixando a guitarra de lado, pois trabalhava e estudava, não tinha como praticar, e todo instrumento musical exige dedicação.

guitarra

Claro que minha banda era de Rock, tocávamos covers de Black Sabbath, Metallica, Iron Maiden, Ozzy… enfim, se a gente gostava do som a gente tirava. Chegamos a fazer alguns shows na cidade, coisa pequena, mas muito divertido. Querendo ou não é legal ficar tocando For Whom the Bell Tolls e ao mesmo tempo tomando cuidado para que nenhum imbecil pisasse nos seus pedais enquanto fazia um mosh…

Hoje a situação é outra, a guitarra esta aqui (prometi a mim mesmo nunca vende-la), mas quando pego para tocar acaba faltando agilidade. Sei exatamente o que deve ser tocado,  tenho um bom ouvido para tirar músicas, mas a agilidade nos dedos… Não adianta, precisa praticar, e hoje em dia não tenho mais paciência para isso. E outra, antes eu tinha uma motivação para estudar/praticar, que era a banda. Não, eu não esperava ficar famoso, mas o fato de juntar a galera era bom demais.

Hoje eu não teria mais uma banda, afinal onde teria tempo para isso? Mas se tivesse seria de Jazz/Blues ou um cover dos Misfits ou Brujeria. Coisa para descontrair mesmo, mas creio que este hobbie já era, hoje fico no Guitar Hero e Rock Band, alias neste domingo passei a tarde na casa de um amigo jogando o Guitar Hero Metallica com mais outros 3 colegas. É quase igual uma banda, com a diferença que a música fica bem mais parecida (e os egos bem menos inflados).

É, vendo bem, de uma forma ou de outra o conceito deste hobbie esta andando :-)

Nunca obtive uma qualificação de forma tão rápida. Hoje sou, além de Analista de Sistemas, Jornalista!

O lado bom é que neste momento isso vai me ajudar muito, afinal estou procurando emprego, e colocar “Jornalista” pegaria muito bem, além de ampliar as possíveis vagas!

O lado ruim é que todo mundo é Analista de Sistemas e Jornalista…

Pois é, ontem saiu mais essa do nosso governo, Jornalista não precisa mais de diploma.

Sinto isso na pele. Sou formado em Análise de Sistemas, e para quem não sabe também não precisa de diploma para exercer a profissão. Problemas? Vários! De cara a concorrência no mercado aumenta muito, afinal qualquer imbecil consegue programar (escrever então…) hoje em dia, basta comprar um livro qualquer. Outra coisa, que tenho experimentado ao longos dos anos, a qualidade do trabalho em geral fica muito ruim, afetando a imagem de toda uma classe.

Já participei de projetos que a qualidade do trabalho era assustadora.

Ah, claro, o valor salarial cai mundo, afinal estamos cheios de concorrentes no mercado.

Tudo isso é lamentável.

Claro, existem casos em que formados são um lixo e não-formados dão show, mas isso não é comum.

“Mas na faculdade não se aprende nada”. Esse é o argumento mais imbecil dado. Ou quem fala isso não frequentou uma faculdade ou fez uma faculdade qualquer de qualidade duvidosa (muito comum nos dias de hoje).

E se esse argumento é realmente válido, porque não tiramos a obrigatoriedade de diplomas para todas as profissões? Seria lindo não? Acabariamos com o problema de saúde da noite pro dia, qualquer um poderia ser médico. Ah, mas médico não pode, lida com vidas… Tá, quero ver se um médico, durante uma cirurgia, descobrir que, sei lá, seu sistema imprimiu a ficha errada do seu paciente. (exemplo radical detectado, mas pense sobre isso…)

Você acha isso impossível de acontecer? Já participei de projetos em um Banco Federal em que o CPMF era calculado de forma incorreta. Esse erro estava no sistema desde o inicio do CPMF, e tirava mais dinheiro do correntista do que devia. Esse erro foi de um “não-formado”? Não dá para saber, mas como o mercado de TI é um lixo onde a maioria não é formada na área, a chance de ser de um “não-formado” é maior do que ser de um formado.

Soluções para os “lesados”? Pós-graduações, MBAs, Idiomas fluentes… tentar de alguma forma se diferenciar dos “profissionais-piratas”…

Ah, mas você tem que se destacar no mercado pela sua capacidade e blablabla. Vou dar um exemplo, estou procurando vagas de Gerente de Projetos de TI, cada uma dessas vagas recebem em torno de 250 curriculos... você acha que o recrutador lê todos? Imaginem vagas mais operacionais? Chuto mais de 1.000 currículos por vaga. Esses dados peguei em um dos sites que assinei para procurar vagas….

Pode parecer radical meu pensamento, mas podem escrever, principalmente os Jornalistas/Estudantes de Jornalismo, a coisa vai piorar para vocês em alguns anos.

E se eu já não engulia tudo o que lia/assistia nos noticiários, agora então…..

(Me desculpem se ofendi alguma pessoa/colega que leu isso, mas pare e pense o quanto a concorrência no mercado torna-se desleal. O quanto é prejudicial.)