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Category: Jogos

Mais um texto que iria para a PXMagazine. Aqui a idéia era pegar um tema sobre um assunto e juntar diversos pontos de vista de alguns colaboradores. Montei esse texto sobre DLC, achei pertinente postar aqui.

DLCs

Introdução

Creio que todos devem saber do que se trata um Downloadable Content (Conteúdo Desgarregável/Baixável, em Português), ou simplesmente DLC, afinal esta geração tornou essa forma de distribuição muito simples e acessível. Mas para quem não sabe, o termo DLC é usado para descrever a distribuição de software através da Internet, geralmente associado a conteúdo de jogos que são lançados de forma separada do jogo principal, complementando-os.

Alguns exemplos famosos de DLCs:

  • Mapas adicionais de jogos como Gears of War e Halo 3
  • Músicas para jogos como Rock Band, Guitar Hero e Lips
  • Expansões para jogos como Fallout 3, Fable 2 e GTA 4
  • Carros e Pistas para Forza 2
  • Roupas para avatares, Ninja Gaiden 2 e Street Fighter IV

Evolução

Apesar de fazer sucesso hoje, a forma de distribuição digital já existia no início da década de 80 no Atari 2600, através do serviço GameLine, onde era possível baixar jogos completos através da linha telefônica. E mesmo o Mega Drive teve recurso semelhante com o Sega Channel. Mas apesar de serem distribuição digital não são considerados DLCs, visto que era vendido o jogo completo e não partes adicionais de jogos.

O conceito de DLC se fortaleceu nos PCs, onde vários MODs e Mapas eram distribuídos apenas de maneira digital, já que muitos autores desses conteúdos não possuiam formas de distribuí-los de maneira física. Hoje esse tipo de conteúdo é mais conhecido como User-Created Conntent, mas podem ser considerados, junto com o serviço do Atari 2600, como “avós” dos DLCs de hoje.

O primeiro console a oferecer o recurso de DLC (complementando títulos físicos) foi o Dreamcast, mas a coisa vingou mesmo com o Xbox (o antigo), trazendo DLCs para jogos como Halo 2 e Splintter Cell na Xbox Live. Ainda nessa época era possível encontrar muitos DLCs gratuítos na Live, exceto para títulos publicados pela própria Microsoft, onde raramente existiam DLCs gratuítos. Aliás, a Microsoft foi a primeira empresa a se cobrar por um DLC, isso foi em 2002 em um DLC do jogo Mech Assault.

Atualmente

Já no Xbox 360 a idéia dos DLCs estava mais do que consolidada, a Microsoft criou os Microsoft Points e deu uma atenção mais do que especial para a Xbox Marketplace na Live. Estratégia que foi seguida pela Nintendo e Sony, tornando o recurso um padrão para esta geração de consoles.

O que vemos hoje é uma exploração deste recurso, gerando várias discussões, tendo gente apoiando ou não o uso de DLCs.

Pontos positivos

  • Aumenta a durabilidade e fator replay de um título, pois a cada mapa ou add-on novo que é lançado, uma legião de jogadores resolvem “tirar a poeira” do seu jogo, fazendo valer seu investimento no título.
  • Mantém o jogo em evidência, como por exemplo o Rock Band, onde já é tradicional existir novas músicas semanalmente. Com isso a franquia esta sempre sendo lembrada pelos jogadores, valorizando a marca.
  • Inibe a pirataria, visto que os DLCs só existem de forma digital e em uma rede fechada, impossibilitando a cópia indevida (ou pelo menos dificultando).
  • (Positivo para as distribuidoras) Inibe o comércio de jogos usados, pois o DLC não pode ser vendido junto, e normalmente se a pessoa investiu em um DLC é porque gosta muito do jogo ou simplesmente não quer perder o investimento.
  • Deixa de lado a limitação de mídia física (no caso do Xbox 360 é o DVD-9) e coloca como limitação o espaço do disco rígido, bem maior que um DVD-9.
  • Facilita a distribuição. Uma vez publicado na Live, o DLC atinge milhões de usuários, independente da região (exceto para locais bloqueados), facilitando o acesso ao produto.

Pontos Negativos

  • Obriga a existência de um disco rígido ou cartão de memória para armazenamento, encarecendo o console ou aumentando o investimento do jogador com acessórios de armazenagem.
  • Preços maiores do que o valor dos jogos. Isso acaba sendo um padrão pois, proporcionalmente, o DLC custa muito mais que o jogo em mídia física. O exemplo mais simples são as músicas adicionais do Rock Band, onde são cobrados em média 160 Microsoft Points ou US$1.99 por música. Claro que isso é uma média, pois os valores são diversos dependendo do Pack de músicas adiquirido ou pelo valor da música em sí, mas o fato é que temos no Rock Band 2 cerca de 80 músicas, de mesma qualidade de uma música DLC. Para se fazer uma seleção semelhante somente com DLCs gastaríamos cerca de US$160. Com isso não é nenhum absurdo falarmos que o DLC chega a custar 260% a mais do que o valor de um jogo. O mesmo vale para diversos títulos, usando como base o tempo de jogo/DLC.
  • Abuso de algumas distribuidoras. Um exemplo que me veio na cabeça foi a Capcom com a venda de roupas no Street Fighter IV e acessórios para o Dead Rising. O primeiro abuso é por conta do preço praticado, mas o que mais chamou a atenção é que esses ítens já estavam na mídia física do jogo, sendo o DLC apenas um código para liberar o conteúdo. Conteúdo este que, teoricamente, já foi pago pelo jogador no ato da compra.
  • A grande maioria dos DLCs não existem em formato físico, dificultando o acesso para quem não possui uma conexão de banda larga.
  • Em alguns casos, a ausência de um DLC torna o título incompatível para se jogar online com jogadores que possuem o DLC. Por exemplo no Call Of Duty 4: Modern Watfare, onde a ausência dos mapas adicionais faz com que o jogador simplesmente seja desconectado da sala quando o mapa adicional é escolhido (que muitas vezes é uma escolha automática).

Futuro

Os números de venda de DLCs não são divulgados, mas em agosto/2008 a Microsoft anunciou que já tinha movimentado US$240 milhões em transações na Xbox Marketplace e informou que jogos que possuem DLC na Live vendem em média US$21 milhões a mais em mídias físicas, além de aumentar em média 16% o tempo em que jogo fica com o jogador até ser vendido pelo mesmo. A Activision anunciou que os Map Packs 1 e 2 para o Call of Duty: World At War foram baixados 4 milhões de vezes (inclui Live, PSN e PC – Em Julho/2009) e já anunciou que o Call of Duty: Modern Warfare 2 terá pelo menos 2 Map Packs.

São só alguns exemplos, mas com esses números temos o fato de que cada vez mais teremos DLCs para jogos, pois gera lucro para as empresas, inibe a pirataria e diminui a venda de jogos usados. Isso já acontece hoje, onde os DLCs já são planejados e divulgados antes mesmo do lançamento do jogo.

Na minha opinião, os DLCs são benvindos, desde de que sejam realmentes opcionais… Roupas, acessórios, mapas e algumas expansões realmente não afetam na história do jogo, mas alguns acabam alterando a experiência do game como por exemplo o mais recente título do Prince of Persia, onde foi lançada uma expansão que continua os que foi mostrado no final do game. É como assistir um filme e ter que pagar a mais para ver o final.

Já DLCs como do GTA4 são fantásticos, pois expandem muito o universo do jogo original sem afetar o mesmo. Para mim é o estilo de DLC ideal.

Referências

Há um tempo atrás o grande Raymon do PXB me procurou para colaborar com a excelente PXMagazine, que é uma revista em formato eletrônico publicada no PortalXbox. Escrevi alguns textos (alguns que nem cheguei a enviar para ele), mas como a revista acabou não saindo (uma pena), pedi para ele ublicar os textos aqui no blog. Os textos prontos vou publicar o quanto antes e os incompletos vou reaproveitar de alguma forma por aqui mesmo.

Esse primeiro texto é uma brincadeira que iríamos fazer na revista, um autor oculto escreveria mal sobre um jogo excelente… Bom, agora voces já que fui eu quem escrevi, mas reforço que tudo aqui será uma brincadeira, e que o jogo em questão é um dos meus preferidos do Xbox 360. O mais curioso é que eu imaginava que seria fácil escrever um texto assim, falando mal de coisa boa, mas quando comecei a escrever vi que é um desafio sem tamanho.

Espero que gostem e entendam a brincadeira! E vamos torcer para a PXMagazine retornar!

Titulo da coluna: Não existe jogo perfeito!
Descrição: Convenhamos, é difícil existir um jogo que agrade a todos jogadores, sempre existe um ponto ou outro a ser melhorado! Será que um dia existirá um jogo nota 10?

Gears of War, by “Solid Snake”.

O jogo já começa errando… Veja o nome: “Gears of War” ou simplesmente “GOW”. Óbvio que a escolha do nome é para confundir os mais desavisados que procuram pelo God Of War, GOW. Estratégia da Microsoft, vai saber.

Alias um bom título seria “Anabolizantes of War”, só pode ser, aquilo é bomba, repare no queixo do personagem principal e sua voz extremamente grave, isso é efeito colateral de bombas!

A verdade dói, não é? Mas como isso não afeta o jogo propriamente dito, vamos analisa-lo melhor. Você começa a jogar e certamente não entende nada, nenhuma CG explicando do porque você estar supostamente preso. Sim, “supostamente”, já que o jogo começa com um cara abrindo a porta da suposta cela, e de lá você salva o mundo (ou “um mundo”, tanto faz…). O fato é que o jogo não te conta nada e você precisa ter lido textos por fora (ou o BRIEF do PXB) para saber o que esta rolando. Sério, perceba, prenda-se ao que o jogo te mostra, o enredo não tem pé nem cabeça!

Mas vá lá, quer história boa vá ao cinema, quer CG compre o MGS4 do PS3, o lance é jogar, “diversão”!!! Então tá, você sai da sua (suposta) cela e aperta “A” para se proteger, “LT” para mirar e “RT” para atirar. Faça isso pelas próximas horas e fim, essa é a dita “fabulosa” jogabilidade de GoW. Ok, eventualmente você pode serrar alguém. Pense bem, você esta no meio de uma guerra, provavelmente sofrendo alucionações por causa da falta de anabolizantes pois você ficou supostamente preso por um periodo qualquer, contra você temos criaturas gigantes (provavelmente são assim por causa dos anabolizantes, tipo você daqui uns 10 anos, ou no GoW3) e você para matar um inimigo resolve serrá-lo e não atirar nele! Isso faz algum sentido para você?

Bom, pode ser pelo fato da sua arma ser de pressão ou de paintball… já repararam no som dos tiros? Aquilo é de pressão ou de paintball, não pode ser tiro! Até Worms tem um efeito de tiro melhor do que esse!

Mas mesmo assim seus inimigos (que tem todos praticamente a mesma cara) morrem. Aliás, ver um bicho desse morto é divertido, o “ser inanimado” no chão parece um saco de ar, você encosta e ele pula longe, como se depois de morto o organismo liberasse gás hélio em seu interior (será o efeito dos anabolizantes?). Ridiculo, quem programou o jogo esqueceu que os personagens morreriam… Sério, será que os Locust são invertebrados e depois que morrem viram uma espécie de borracha? Ou como dizem por aí: “uma maria-mole com sabão”… vai saber, mas pelo menos isso explica a morte por balas de pressão de ar.

Os gráficos são bonitos? Tem certeza? Aquele tom marrom o jogo inteiro, sempre tudo parecido, com o cenário muito tosco, onde você serra um ser grotesto mas é incapaz de serrar um toco de madeira? Tá, você consegue serrar alguns sofás em algumas fases.. isso mesmo: sofá! Meu Deus! Pra que por um sofá para ser serrado?! E outra, a animação do sofá sendo serrado tem uns 4 estágios, extremamente mal acabado!

Resumindo, imaginem o código fonte desse jogo:

- Carregar jogabilidade básica
- Ficar revesando as texturas

É isso, o jogo inteiro é a mesma coisa, só muda o cenário! Tá certo, tem uma parte que ele dirige o “bat-móvel”, mas de tão ridículo prefiro não comentar… Só uma coisa: luz para matar “morcegos da noite”?!

Sem falar sobre a dificuldade completamente desbalanceada do jogo. Numa dificuldade normal joga-se em 5 horas, tudo fácil, você e sua serra-Guinzo com balas de ar-pressurizado matando seres invertebrados de borracha, tudo fácil, aí chega no chefe final, o maluco cheio de morcegos na cabeça (se sua arma tivesse uma lanterna seria mais útil do que uma serra…). Aí a coisa fica impossível. Quando você esta quase desistindo, alguém te conta que existe um bug onde basta você ficar atrás de uma caixa e pronto, fica tudo simples…

Me diz uma coisa, aquele cara cheio de morcego na cabeça, daquele tamanho é incapaz de dar 5 passos, dar um sacode na caixa e te arrebentar… Isso faz sentido? Bom, tudo bem, matou o infeliz, agora é relaxar e ver o final do jogo.

Atenção o spoiler: o final é ridiculo. Medonho. E faz tanto sentido como toda a história, ou seja, sentido algum! É o que eu digo, o DVD limitou os jogos do Xbox 360, tanta textura que faltou espaço para o final do jogo. Esta é a única explicação razoável!

“Ah, mas o legal de GoW é o multiplayer…”. Sinceridade pessoal, se você não tem o hábito de jogar este game por 8 horas diárias e não é gringo, você não vai se divertir. Você vai entrar na sala e morrer em seguida. Assim como seu protagonista, o jogo é para viciados (ele em anabolizantes, você em passar raiva). Não caia na ladainha de que será montada apenas uma sala com “amigos”, sempre tem alguém que vai te humilhar com a serra ou Sniper, não será divertido! Vá jogar UNO, com certeza te prenderá por mais horas.

Alias muita gente joga este jogo por muitas horas, mas na verdade é para morrer nos 10 primeiros segundos e esperar 5 minutos para começar outra partida… e dá-lhe bate-papo!

Outra prova de que o jogo é extremamente simples. Tem gente que só joga ele!!! E não vai achando que porque acham o jogo bom, mas é que na verdade a jogabilidade é tão simples que jogos mais complexos (aqueles que usam mais de 3 botões) acabam espantando esses jogadores.

E ainda me dizem que este é o clássico do Xbox 360…

Hoje fiquei muito feliz ao ver o Twitter abaixo:

twitter

O link em questão é para um texto sobre pirataria que escrevi para o Continue.com.br. É engraçado ver uma pessoa que nunca vi na vida indicando um texto que eu escrevi. Não tem jeito, a sensação de satisfação é muito grande. Ainda mais sendo um texto de Abr/2008!

Esse texto sobre pirataria foi uma das minhas poucas colaborações para o excelente site de games Continue.com.br, além deste escrevi um sobre Daltonismo, Finais de Games e um sobre Importação de Games. Queria ter mais tempo/inspiração para escrever mais (principalmente no Vitrola Velha e no PXB). Mas de todos os textos, o de pirataria foi o que mais fez “sucesso”.

Claro, o assunto sempre gera polêmica e bate-boca, ainda mais da forma que escrevi (considerada “radical” por alguns). Lembro-me que ele ficou cerca de 2 semanas como tópico fixo no fórum oficial da Microsoft para o Xbox (parece bobeira, mas eu fiquei feliz com isso, já que a Microsoft não tem o costume de ter tópicos fixos), no PXB ele durou por muito tempo até ser trancado (não adianta, esse assunto sempre acaba gerando brigas) mas pelo que me lembro, mais de 1000 pessoas tiveram acesso ao texto apenas pelo PXB.

Lembro que eu participava de um grupo de discussão sobre preço de games e vi uma pessoa indicando o texto para o pessoal. Isso massageia o ego :-) , mas o mais legal é o fato de eu ter certeza saber que esse texto “converteu” pelo menos uma pessoa. Pois é, um usuário do PXB me disse certa vez que quando leu o texto ele resolveu parar com jogos piratas. Hoje esse usuário até vende jogos originais em vários classificados!

Sabe aquela coisa que a gente sempre escuta ou fala: “Não sei se isso vai adiantar para alguma coisa, mas se pelo menos uma pessoa mudar em relação a isso eu já fico feliz”, pois bem, foi bem essa minha sensação.

Fico feliz em saber que esse texto ainda esta rodando por aí… e espero que mudando mais pessoas.

Hoje eu evito entrar em discussões sobre o assunto, encaro como uma guerra perdida. A última discussão que participei disso foi aqui no trabalho, onde o pessoal estava naquela velha ladainha de “baixar da internet não é ilegal” e outros “sim, é ilegal, por causa da lei xyz…”. Enfim, eu sempre sem paciência para o assunto soltei um “Se é ilegal ou não eu não sei, mas afirmo com certeza absoluta de que é no mínimo algo imoral”. Silêncio na sala. Bom, pelo menos ninguém me xingou na cara… e como todos ficaram quietos é porque na maioria “caiu a ficha”.

Enfim, eu sempre termino esse tipo de assunto indicando o livro Ilícito de Moisés Naim, que pode ser conferido na íntegra (e de forma legal) no Google Books. Não deixe de ler.

Ah, antes que comecem a questionar, meu Windows, Office, CDs, MP3s e tudo mais são originais, por mais difícil que isso possa parecer para alguns. Inclusive meu PS2 era bloqueado! Com certeza uma peça de museu! E por causa disso eu sempre preciso completar com: “Não. não sou milhonário, nem rico”.

Aliás lembrei de um assunto que anda meio parado… o programa Original Online  (apoiado pelo PXB) que foi apresentado no início deste ano, morreu? A idéia era muito interessante…

Putz, que título besta, mesmo porque não vou falar do Xbox 360, mas eu queria usar esta piada em algum lugar…

Pois bem, essas últimas semanas tem sido corridas pra mim, só em viagem e trabalhando muito. Quando chego a noite no hotel só tenho vontade de deitar na cama e descansar vendo TV.

Como na minha casa em Campinas não tem TV a cabo (nem TV aberta funciona direito), a primeira semana no hotel passou rápido, matando saudades da MTV, Discovery Channel, Warner, Sony, Fox e FX… mas não demorou muito para eu me lembrar do porque TV a cabo não faz falta nenhuma em casa: tudo se repete infinitas vezes. “Programação recursiva” é um saco.

Para muitos esse é um cenário de tédio, mas para mim é um cenário perfeito para uma nova aquisição: um PSP! (TaDa!)

Pois é, semana passada comprei um PSP, e desde então tenho me surpreendido com o aparelhinho. A diversão é garantida! Com ele comprei o óbvio God of War, como eu já esperava,  o jogo é fantástico. Ainda não o terminei pois além de estar curtindo aos poucos, outros jogos estão me prendendo:

  • Gran Turismo: a versão portátil esta bem bacana, gráficos legais e jogabilidade tranquila. O único ponto negativo é o modo carreira, meio vazia, mas mesmo assim me prendeu bastante.
  • LocoRoco 2: Minha esposa disse para eu jogar este jogo escondido e com fones de ouvido, pois ele é muito “alegre”… Realmente o jogo é meio biba, com musiquinha biba, personagens biba, cenários biba, mas mesmo assim ele vicia. Possui um “gameplay” bem diferenciado e bem bacana. Às vezes é bom sair do trivial (só nos games hein, só para deixar bem claro). Sim, vou jogar escondido e de fones.
  • Patapon: Eu teria passado batido por este jogo se meu amigo Guilherme Chicalé não tivesse falado dele pra mim no começo de 2009 e recentemente recomendou o jogo novamente quando soube do meu PSP. Testei o demo da PSN e… “Pata-Pata-Pata-Pon!” musiquinha do inferno que não sai da cabeça! É um jogo de ritmo com elementos de estratégia, super-ultra-viciante. Terminando este eu compro a continuação sem pensar!
  • PixelJunk Monsters Deluxe: Procurando por um jogo de Tower Defense me deparei com este, super bem cotado no Metacritic.com. Pelo que andei lendo ele é tido como um clássico do estilo e com bastante sucesso no PS3/PSP. Realmente fantástico, com gráficos bem feinhos, personagem tosco e musiquinha irritante mas com uma jogabilidade fabulosa. Como todo jogo de Tower Defense que eu conheço, é viciante e divertido ao extremo! (Ok, só tenho 3 excelentes referências: Defense Grid, South Park e Plants vs Zombies).
  • Echochrome: Vou ser sincero, eu comprei um PSP por causa deste jogo. Desde que foi anunciado a mais de um ano atrás eu fiquei maluco, o pior é que ele é exclusivo da Sony (PSP e PS3), sem chance de sair para XBLA. Na verdade é um estilo de jogo que Microsoft infelizmente não aposta muito, uma pena, mas a Sony nesse sentido é bem mais ousada. De cara, esse foi meu primeiro download na PSN. Vale cada centavo. O jogo é um puzzle difícil de ser descrito, o mais fácil é olhar um vídeo (abaixo). O jogo mostra como nosso cérebro é condicionado em acrediar no que se enxerga. Sério, este jogo dói a cabeça!

Fantástico, não?

Ainda estou a procura de outros games para o console portátil. Baixei os demos da PSN e realmente não me dei bem com jogos luta e de tiro… não sou nada sem o segundo comando analógico. Então vou focar principalmente em corrida, puzzles, plataforma e ação tipo God of War. Alguém tem algo para me sugerir que não seja luta ou tiro? Alguns que estou de olho para o futuro: Rock Band Unplugged, Lemmings, Castlevania, Little Big Planet (quando lança?), MotorStorm e Ultimate Ghosts ‘n’ Goblins.

O bacana de se pegar um console com alguns anos de vida é que você tem a sua disposição uma grande variedade de títulos consagrados, não precisando se arriscar em títulos duvidosos.

Navegar pelo XMB (software básico do PSP) foi super tranquilo e intuitivo. Usar a PSN pelo PSP também foi muito simples, sendo que comprei os jogos via download (exceto o God Of War, que esta no curioso e falecido UMD). Tudo correu perfeitamente bem.

O único ponto negativo até agora é o navegador de internet, lento e não abre os sites de maneira satisfatória, meu Nokia N95 com o SkyFire dá um banho nesse do PSP. Aliás, a lentidão se relaciona em tudo que utiliza a conexão Wi-Fi, um download de 100Mb leva em torno de 40 minutos (testei m 3 redes diferentes). Outros serviços como o Skype ainda não testei, mas é o tipico serviço que nem é o foco para mim no momento (se bem que seria legal gravar um podcast usando ele).

Mas sabe o que achei mais estranho? Jogar sem aparecer de tempos em tempos a mensagem de “conquista desbloqueada”… Podia pelo menos fazer o barulhinho :-)

Você já deve estar pensando: “Ai meu Deus… ai vem mais um comparativo do Gh e RB”. Pois é, acertou!

Eu não ligava muito para este estilo de jogo musical, achava bem besta. Como guitarrista “aposentado” eu sempre imaginava que era mais divertido tocar “de verdade” e que o jogo seria, pelo menos, para botar um pouco de Rock na cabeça da molecada.

Meu primeiro contato, jogando efetivamente, foi com o demo do Guitar Hero 3 que saiu na Live, jogando com o controle. Foi viciante. Logo em seguida um amigo me emprestou o mesmo jogo com a guitarra… viciei ainda mais na hora!

Na mesma época minha esposa tentou comprar um para mim de presente. Na verdade comprou mas extraviou… e depois ela tentou comprar mais um monte de vezes e nunca deu certo. (guarde esta parte, no final terá mais uma tentativa dela…).

Fiquei com o jogo dele por uns 3 meses, jogava direto, muito bom. Nesta época arranjei um Rock Band (que comprei por R$60!!!) e foi só alegria.

Vou ser bem direto: Rock Band tem as melhores músicas e a possibilidade de downloads semanais. O Guitar Hero tem a melhor jogabilidade. O modo como as músicas são mapeadas no Guitar Hero é muito melhor, dando muito mais a sensação de se estar tocando o instrumento. Consequentemente é mais difícil.

O Guitar Hero 3 e o World Tour tem alguns downloads, mas nisso o Rock Band dá um show! É tanta música que você não tem como ter todas. Tá, tem, mas ficaria pobre. Eu tenho quase 3gb de músicas do Rock Band.

Depois de um tempo que devolvi o GH3 para meu amigo, comprei o Bundle Jogo+Guitarra do Guitar Hero: World Tour (que veio sem imposto para mim!!!). A decisão da compra foi simples: O instrumento era compatível com todos os jogos musicais (GH2, GH3, GH:Aerosmith, RB, RB2) até então. E o do RB não era compatível com os GH antigos.

Na mesma época eu tive a oportunidade de brincar com a bateria do Rock Band jogando Rock Band 2… Nem preciso dizer que a vontade de ter uma foi lá pra cima, mas era muito caro. Logo depois um colega de trabalho ganhou o kit completo da Guitar Hero World Tour e tive a oportunidade de jogar com a bateria do GH, que tem um desenho diferente, lembrando mais uma bateria,  e uma “nota” a mais.

Depois de um tempo vendi uns jogos meus por aqui e comprei uma bateria do Guitar Hero World Tour para mim. A decisão não foi apenas a compatibilidade, mas sim o fato de ter aquela “nota” a mais.

Tenho jogado muito o GH:World Tour e o Rock Band. E mais uma vez o Guitar Hero se supera na jogabilidade. Além das notas serem melhor mapeadas, a “nota” a mais faz toda a diferença.

Vou tentar explicar.

No Rock Band, temos 4 “notas”, além do bumbo no pé:

  • Nota 1: Caixa
  • Nota 2: Prato/ Tom-tom
  • Nota 3: Prato/ Tom-tom
  • Nota 4: Prato

Essas notas 2 e 3 que ficam se revesando deixa a coisa meio travada, principalmente se você joga prestando mais atenção na música do que nas cores em sí.

Já a do Guitar Hero, temos 5 “notas”, além do bumbo no pé:

  • Nota1: Caixa
  • Nota 2: prato 1
  • Nota 3: tom-tom
  • Nota 4: Prato 2
  • Nota 5: surdo

A grande diferença é que a sensação de tocar uma bateria é infinitamente maior, além de permitir você tocar mais prestando atenção na música do que nas cores. Essa sensação é ainda mais aumentada graças ao mapeamento que existe no Guitar Hero, tudo perfeito.

Outro ponto positivo que existe no GH e não no RB: a bateria (e o jogo) diferencia notas fracas e fortes, e existe notas prolongadas (onde você fica batendo, como numa finalização de música).

Usando a bateria no Rock Band, o jogo deixa de utilizar uma “nota”, transformando sua bateria do Gh numa do RB.

Enfim, a sensação final é que o ideal seria ter a equipe do Guitar Hero fazendo os instrumentos e mapeando as músicas, enquanto a do Rock Band escolhia as músicas e cuidava dos gráficos (que são mais bacanas, na minha opinião). Teriamos o jogo musical perfeito.

Uma coisa que me chama a atenção… os gamers tem reclamado muito dos lançamentos do Guitar Hero, considerando como “caça-níquel” e etc, e sempre exaltando os DLCs do Rock Band. Sim, o RB humilha nesse quesito, é muita música mesmo, mas elas são caras. Tem os packs com desconto, mas temos em média o preço de US$2.00 por música. Um jogo novo esta custando cerca de US$60, mas a diferença é que o jogo trás bem mais músicas (o próximo GH terá 85 músicas, faça as contas). Ou seja, o RB cobra muito caro pelas músicas, mas te dá a opção de escolher as que te mais agrada….

Bom, minha dica é: compre os instrumentos do Guitar Hero com o jogo, mas compre o Rock Band também, pois as músicas  são melhores.

Ontem quase ganhei da minha esposa um Guitar Hero Metallica, mas o Submarino me fez o favor de invalidar os cupons do Itaucard e do American Express…. Incrível como ela nunca consegue comprar um Guitar Hero pra mim!!!

Espero muito o RB: Beatles este ano, mas teria ficado mais feliz se fosse um GH:Beatles… vamos ver, espero estar enganado. O GH:Metallica eu espero muito também, não vejo a hora de botar a mão nele, mesmo porque consegui 95% tocando Sad But True no Expert no demo do jogo… Meu Deus, adoro Metallica!!!! :-)

(na minha fila também consta o Rock BAnd 2 para ser comprado, mas ainda não apareceu um baratinho…)

Bom meus amigos, preciso da ajuda de vocês para me deixar mais feliz!

Estou obcecado por comprar a bateria do Guitar Hero para o Xbox 360, mas como estou desempregado e gastar grana esta fora de cogitação (tá, apelei), resolvi vender alguns jogos.

Antes de ver a lista, saiba que só vou vender o necessário para comprar a bateria, então assim que conseguir a grana encerro a venda, pois alguns jogos da lista abaixo eu não estava considerando a venda, mas quando bate a vontade, já sabe…

O frete por Carta Registrada é por minha conta, outo tipo de frete é por conta do comprador. Se interessar basta comentar este post ou mandar mail para aypycy[arroba]gmail.com.

Não aceito trocas, exceto pelo Guitar Hero: Metallica!

Em caso de dúvidas, veja minhas recomendações no Portalxbox.

Obrigado!

Jogos Xbox 360, originais e em excelente estado:

  • Left 4 Dead: R$ 120,00
  • Mirror’s Edge: R$ 120,00
  • Battlefield: Bad Company (Gold Edition): R$ 110,00 (é a edição limitada!)
  • Dark Sector: R$ 80,00 (um clássico do 360, excelente game!)
  • Burnout Paradise: R$ 80,00
  • The Darkness: R$ 80,00 (outro excelente título!)
  • Guitar Hero Aerosmith: R$ 80,00 (sem a guitarra)
  • Lego Indiana Jones: R$ 70,00
  • Marvel Ultimate Alliance + Forza 2 (Bundle): R$ 60,00
  • Guitar Hero II: R$ 60,00 (sem a guitarra)
  • Sega Superstars Tennis: R$ 50,00 (a caixa é do bundle, mas o jogo é apenas o o Sega Tennis)
  • Moto GP ’06: R$ 50,00

Pessoal, um grande amigo meu, o Nilson (Gamertag Nilsonsbc), conhecido de muitos que visitam esse blog esta vendendo seus jogos, dêem uma olhada, tem coisas interessantes e todos em excelente estado!

Podem confiar na venda dele, eu recomendo 100%:

Xbox 360 – Jogos

  • Resident Evil 5 = R$140,00
  • Burnout Paradise = R$90,00
  • Bioshock = R$90,00
  • Halo3 – Edição Limitada = R$140,00
  • Gears of war = R$60,00
  • Gears of war2 – Edição de Colecionador = R$160,00
  • Lego – Indiana Jones = R$80,00
  • Call of Duty 4 = R$90,00
  • GTA 4 = R$100,00
  • Soul Calibur 4 = R$90,00
  • Bundle – Forza Motorsport 2 + Marvel Utimate Aliance = R$90,00
  • Orange Box = R$90,00
  • Forza Motorsport 1 [Xbox 1 , mas funciona Perfeitamente no Xbox360] = R$60,00

Xbox 360 – acessórios

  • Controle Sem fio Preto com pouquissimo uso [Modelo Elite] = R$120,00

Playstation 3 – Jogos

  • Killzone 2 = R$160,00
  • Gran Turismo Prologue = R$140,00

IMPORTANTE:

  • O frete é por conta do comprador
  • Não aceita trocas
  • Os valores já são os menores possíveis
  • Os produtos estão em São Bernardo do Campo/SP no CEP 09725-680, se preferir pode retirar em mãos!

(Link dos site dos correios para o calculo do frete:  http://www.correios.com.br/encomendas/precos/default.cfm )

As qualificações dele no Portal Xbox:  http://www.portalxbox.com.br/user.php?id.22328

Se alguém se interessar fale comigo pelo aypycy@gmail.com que eu passo o contato.

Se eu não tivesse sido demitido hoje, compraria o RE5 fácil!

Boa sorte nas vendas Nilson!

Bom, não sou fã de jogos no PC… nada tem a ver com “upgrades infinitos” ou “compatibilidade do driver beta do cooler da memória esquerda v1.300.00.00.1b”. O problema em jogos no PC: Eu sou ruim!

Não consigo jogar, sou péssimo com teclado e mouse, não vai, não adianta… Para ser bem sincero só consegui jogar Sims 2, Age of Empires III, World of Goo e casuais. Não me imagino jogando Gears of War no PC, nem Left 4 Dead. Sou ruim e admito! Nem Counter Strike joguei… devo ter no máximo 10 minutos nesse jogo, em toda minha vida!

Diante disso e do sucesso do Plants vs. Zombies da Popcap vem fazendo, resolvi entrar no Steam e baixar o demo.

Me amarrei no jogo!

O jogo, como esperado, tem uma história trivial, mas que chama a atenção pelo inusitado: Zumbis estao atacando sua casa, você para se proteger planta seu jardim. No fim ficou bacana!

Os gráficos também são os esperados para este tipo de jogo, simples mas bem cativantes. Já o som é acima da média! Músicas de qualidade e que em poucos minutos esta na sua cabeça e efeitos sonoros diversificados e divertidos… “Braaaaaaaaaains”.

Agora a jogabilidade… perfeição total! Não é um simples “point & click casual”, não basta você ser hábil no mouse, você precisa ter estratégia. Dá para arriscar e dizer que o jogo é um “RTS Casual”. Você tem diversos tipo de “armas”, que são as plantas. Tem também o conceito de “recurso” para comprar suas armas.

Na verdade é meio dificil explicar, entao o ideal é baixar o demo aqui: http://www.popcap.com/games/pvz

Levinho, instalem e me digam o que acharam. Eu gostei muito! (cuidado porque a chance de se viciar á grande!)

Esse é o típico jogo que nos ajuda a entender do porque a Popcap é referência para esse tipo de jogo. Aliás, usei o termo “casual” em várias partes, mas acho que o termo casual é errado, afinal quem joga este estilo tende a ficar muito mais horas diante o computador… ;-)

Outra vez falei do Prince of Persia e o quanto ele é “fura-fila” por ser tão bom, mas outro dia um jogo me chamou tanta a atenção que fez com o que eu deixasse de lado o Dead Space (Otto, prometo retoma-lo e prosseguir com a negociação), Left 4 Dead e Halo Wars…

Ou seja, parei de jogar estes games que são tidos como a “canela do Café Mocha do Starbucks” (para quem não sabe do que estou falando, isso significa que são excelentes jogos) para jogar um game que foi passou batido pela maioria (gamers e imprensa).

Estou falando do Banjo Kazooie: Nuts & Bolts.

O jogo é tão fantástico, tão fabulo, tão… tão.. foda! Que não sei como não peguei ele antes, tipo 00h00 do dia do lançamento.

Tem tanta coisa para fazer, tanta exploração, tanto gráfico bacana, sons e músicas perfeitas. A possibilidade de criar seus veículos! Só ontem eu fiquei cerca de 1 hora trabalhando num projeto de veículo, por pura diversão, ignorando os mais de 40 veículos que, até o momento, o jogo já me deu pronto…

Só na minha gamertag eu já passei mais de 10 horas neste game (minha esposa esta jogando também, na Gamertag dela) e devo estar em 40% de progresso. Ainda não explorei o multiplayer, mas já estou para joga-lo com o ilustríssimo Sgt. Malarkey do PXB.

Assim que termina-lo vou fazer um mini-review no PXB, mas eu precisava desabafar antes, pois antes de jogá-lo eu só vi criticas negativas em reviews de sites… como por exemplo esta parte da análise do UOL: “Sem saber que público deseja alcançar, o game patina em todas as direções e, no fim, deve encontrar um grupo bem restrito de admiradores.” Chego a questionar se estamos falando do mesmo jogo…

(descobri que mais gente lê o blog! Legal, vou tentar arranjar tempo (e inspiração) para escrever)

Enquanto a maioria da imprensa brasileira ignora tudo que vem do Portal Xbox Brasil, a impresa internacional esta de olho!

Neste sábado, no 2º Fórum Nacional do Portal Xbox foi deixado no ar o lançamento do Forza 3 ainda neste ano. Na verdade o Gerente de Marketing da Microsoft mostrou parte de um logotipo do jogo em um slide e em segundos o pessoal já reconheceu, era o logotipo do jogo. Mas como o Gerente não falou nada, então não é um anúncio oficial.

O ponto é que fora do Portal Xbox Brasil nada foi falado (só na cobertura do GoLuck), mas hoje vários sites de peso pelo mundo comentaram.

Saiu na Eurogamer, Computer and Videogames, N4G, OXM e provavelmente em muitos mais sites que eu não acompanho.

Lição disso tudo? A mídia brasileira deixou de dar um grande furo mundial da coisa. Lembrando que no 1º Fórum do Portal Xbox do ano passado, a Microsoft Brasil permitiu que os participantes jogassem o jogo Ninja Gaiden 2, que ainda não havia sido lançado…

Será que agora sites “de peso” nacionais vão publicar? Só porque saiu no exterior? tsc tsc…

Fico mais do que feliz ver o PXB estar tomando um porte desses… E feliz que um anúncio desse porte tenha daído da filial brasileira da Microsoft!