Skip to content

Archive

Archive for November, 2009

Tem algumas coisas que eu não gosto mas que todos amam. Não é que sou indiferente, é não gostar mesmo… isso acontece com vocês?

Vejam alguma scoisas que não consigo compreender:

1. Futebol. É, não gosto de futebol. Não assisto futebol. Nao torço para nenhum time de futebol. Sequer sei o nome de jogadores de futebol (“Pelé” já esta de bom tamanho). A última Copa do Mundo que assisti foi a do México, creio que em 82 ou 86 (“Mexi-mexi-mexicoração, vamos que vamos que essa bola vai rolar…”, alguém lembra disso?). E é fato que quando conhecemos pessoas novas, em menos de 12 horas alguém vai te perguntar: “Que time você torce?”. Me sinto um alien explcando que não gosto de futebol. Não me importo das pessoas gostarem do esporte, é que eu simplesmente não ligo. O máximo que vejo são uns “Gols do Fantásico”, alguns gols me chamam a atenção pela beleza da jogada, mas pouco me importa qual time fez o gol. Aliás acho que a maior explicação disso é que eu não tenho o conceito de torcedor…

2. Torcer. É engraçado, em todos os esportes que eventualmente assisto, eu nunca torço, eu simplesmente assisto. Não importa se o Massa é brasileiro e conterrâneo meu, foda-se, o Schumacher é melhor. Ao assistir uma corrida de F1 em que o Schumacher corria, é óbvio que vou prestar mais atenção nele do que no resto. Cielo é brasileiro? Parabéns, mas se o Phelps é melhor, que ganhe o Phelps. Certa vez quase apanhei de uns amigos. Fui para São Paulo na casa de uns colegas e começaram a assistir a um jogo importante de futebol, tipo São Paulo e Corinthians (são times importantes, certo? até eu sei disso). Logo saiu um gol de um time e todos festejaram, tudo era festa. Em seguida o outro time empatou e eu fiz meu último comentário sobre futebol na minha vida: “Golaço”. Quase fui massacrado pelo povo, obviamente torcedores do outro time… mas o que eu podia fazer, eu estava assistindo para ver gols bonitos, independente de quem era. Bom, este foi somente um exemplo de que “não torcer” pode ser perigoso… Olimpíadas eu gosto de assistir, inclusive ano passado eu assisti quase inteira pois estava no pós-operatório da cirurgia. Acho bacana ver alguns esportes, mas não me importo quem esta competindo. Sejamos práticos, a gente não ganha nada com a vitória deles.

3. U2. Uma vez eu estava num bar em Campinas e na mesa ao lado tinha um grupo de pessoas com cerca de 20 a 25 anos de idade. Não sei ao certo como começou, mas os ânimos se exaltaram e o que ouvia-se eram 2 pessoas: “U2 é rock”, “Não, U2 é Pop!”, “Rock!”, “Pop!”, “Rock!”, “Pop!”, “Rock!”, “Pop!”, “Rock!”, “Pop!” Até que um levanta e dá um sopapo no outro… climão, fim de festa, foram embora… (que cena inesquecível!) mal sabiam que na mesa do lado tinha alguém (eu) que estava pensando: “U2 é uma merda”. Não me xinguem, já tentei gostar (minha esposa adora), mas não desce, me incomoda… tem uma ou outra música que eu gosto, mas no geral o som deles me irrita. Não sei explicar bem o porque.

4. Rolling Stones. A banda deve ter uns 50 anos de carreira, é famosa, todos gostam. Quando vieram pro Brasil até meu cachorrro queria ter ido a Copacabana assistir… mas eu só gosto de 3 músicas: “Sympathy for the Devil”, “Start me up” e uma que nem sei o nome (não, não é “Satisfaction”). Trocentos anos de carreira, trocentas músicas, e só 3 me agradam! Tentei ouvir os discos pra ver o que rolava, e nunca desceu nada… Na minha opinião só fazem sucesso porque o vocalista sai com modelos e a banda no geral já esta na terceira aposentadoria (o baterista está provavelmente na quarta ou quinta).

5. Rush. Alguém avisa o baixista/vocalista que a voz dele é um lixo? Não consigo ouvir uma música inteira do Rush que tenha vocal. As instrumentais são bacanas, banda super competente, mas quando entra a voz do cara… a sensação que tenho é que ela usa a mesma frequência usada pelo meu “bulbo cerebral responsável pelo incômodo”. Não consigo. Agora imaginem quando eu fui um dia no Hard Rock Café do Rio em 2002 e ganhei 4 ingressos para o show da banda no Maracanã (aquele que virou DVD) e eu simplesmente doei aquilo para os 4 primeiros que apareceram na minha mesa de trabalho. Não tenho culpa, Rush é uma bosta para meus ouvidos.

6. Anime e mangás (ou algo do tipo). Sabe aqueles quadrinhos ou desenhos japoneses. Isso, os “pokemóns” da vida. Não entendo como o povo gosta daquilo. É tudo mal feito, desenhos sem movimento, com coisas estranhas… sei lá, é muito tosco e mesmo assim parece que todo mundo que eu conheço gosta disso.

7. Cosplay. Tudo bem, você gosta de determinado filme, jogo, quadrinho ou qualquer coisa que seja, mas por favor: você não é o personagem! Não se vista como tal! Isso dá medo! Ainda mais se você tem mais de 18 anos ou não está numa festa a fantasia. Aliás, alguns cosplays nem em festas a fantasias deviam ser permitidos!

Taí o desabafo… logo lembro de mais coisas!

As semelhanças me assustam… o que o futuro me reserva?

Novembro de 2007

É lançado o jogo Call of Duty: Modern Warfare (ou COD4) para o Xbox 360. Logo no lançamento comprei o game na CDUniverse.com.

Em Dezembro, passado 1 mês da compra,  nada do jogo chegar… a loja entendeu isso como produto extraviado e reenviou o jogo.

Quando chegou, em Janeiro, foi taxado. Mas tudo bem, peguei o jogo no Correio e fui pra casa, joguei um pouquinho, vi o single player, o multiplayer e… 3RL, meu primeiro Xbox 360 foi pro saco, o que demandou a compra de um Kit Nacional. No dia seguinte do incidente fui para casa do Nilson (Nilsonsbc, era aniversário dele) .

Novembro de 2009

É lançado o jogo Call of Duty: Modern Warfare 2 (ou CODMW2) para o Xbox 360. Fiz uma pré compra na Amazon e pedi para entregar no endereço em que um amigo meu estava nos EUA. O jogo lançou dia 10 e ele voltou dia 14. Ele recebeu o jogo e ficou me sacaneando via Twitter, falando que ia vender e tal.

Chegando na sua casa no Brasil ele viu que a mala que foi despachada foi aberta pela Receita Federal para averiguação (dizia o comunicado), tudo lindo, nada taxado, mas meu CODMW2 simplesmente tinha sumido.

Ok, tudo bem, acontece… só o valor que economizei de taxas dos outros produtos que comprei lá já compensava a perda. Sai em busca do CODMW2 nacional mesmo, comprei na Quinta-feira passada.

Na Sexta peguei o game para me divertir, queria ver que tanta nota 10 ele tinha recebido… joguei o modo single, o modo multi e …. BUM! caiu um raio nas proximidades de casa.

Pausa para explicar o raio. O negócio é o seguinte, estava nublado, mas sem trovões ou raios. Nem chuva tinha ainda… mas mesmo assim, do nada, me cai o maldito raio.

Quando a energia voltou o óbvio: o Xbox 360 nem dava sinal de vida. Vejam bem, não foi nem 3 RLs, ele simplesmente não ligou… “Zero RL”! E não, não foi a fonte… ela ficou inteira!!!

Para completar a coincidência, no dia seguinte fui para a casa do Nilson (o mesmo de 2 anos atrás) no aniversário do seu filho….

Desenvolvi a seguinte fórmula:

CODMW(x) + CODMW(x, “extraviado”)+ Aniversário(“Nilson”)  = NovoXbox(x)

Fala sério.. no CODMW3 vai cair um satélite da C.T.U. em cima da casa!

Mais um texto que iria para a PXMagazine. Aqui a idéia era pegar um tema sobre um assunto e juntar diversos pontos de vista de alguns colaboradores. Montei esse texto sobre DLC, achei pertinente postar aqui.

DLCs

Introdução

Creio que todos devem saber do que se trata um Downloadable Content (Conteúdo Desgarregável/Baixável, em Português), ou simplesmente DLC, afinal esta geração tornou essa forma de distribuição muito simples e acessível. Mas para quem não sabe, o termo DLC é usado para descrever a distribuição de software através da Internet, geralmente associado a conteúdo de jogos que são lançados de forma separada do jogo principal, complementando-os.

Alguns exemplos famosos de DLCs:

  • Mapas adicionais de jogos como Gears of War e Halo 3
  • Músicas para jogos como Rock Band, Guitar Hero e Lips
  • Expansões para jogos como Fallout 3, Fable 2 e GTA 4
  • Carros e Pistas para Forza 2
  • Roupas para avatares, Ninja Gaiden 2 e Street Fighter IV

Evolução

Apesar de fazer sucesso hoje, a forma de distribuição digital já existia no início da década de 80 no Atari 2600, através do serviço GameLine, onde era possível baixar jogos completos através da linha telefônica. E mesmo o Mega Drive teve recurso semelhante com o Sega Channel. Mas apesar de serem distribuição digital não são considerados DLCs, visto que era vendido o jogo completo e não partes adicionais de jogos.

O conceito de DLC se fortaleceu nos PCs, onde vários MODs e Mapas eram distribuídos apenas de maneira digital, já que muitos autores desses conteúdos não possuiam formas de distribuí-los de maneira física. Hoje esse tipo de conteúdo é mais conhecido como User-Created Conntent, mas podem ser considerados, junto com o serviço do Atari 2600, como “avós” dos DLCs de hoje.

O primeiro console a oferecer o recurso de DLC (complementando títulos físicos) foi o Dreamcast, mas a coisa vingou mesmo com o Xbox (o antigo), trazendo DLCs para jogos como Halo 2 e Splintter Cell na Xbox Live. Ainda nessa época era possível encontrar muitos DLCs gratuítos na Live, exceto para títulos publicados pela própria Microsoft, onde raramente existiam DLCs gratuítos. Aliás, a Microsoft foi a primeira empresa a se cobrar por um DLC, isso foi em 2002 em um DLC do jogo Mech Assault.

Atualmente

Já no Xbox 360 a idéia dos DLCs estava mais do que consolidada, a Microsoft criou os Microsoft Points e deu uma atenção mais do que especial para a Xbox Marketplace na Live. Estratégia que foi seguida pela Nintendo e Sony, tornando o recurso um padrão para esta geração de consoles.

O que vemos hoje é uma exploração deste recurso, gerando várias discussões, tendo gente apoiando ou não o uso de DLCs.

Pontos positivos

  • Aumenta a durabilidade e fator replay de um título, pois a cada mapa ou add-on novo que é lançado, uma legião de jogadores resolvem “tirar a poeira” do seu jogo, fazendo valer seu investimento no título.
  • Mantém o jogo em evidência, como por exemplo o Rock Band, onde já é tradicional existir novas músicas semanalmente. Com isso a franquia esta sempre sendo lembrada pelos jogadores, valorizando a marca.
  • Inibe a pirataria, visto que os DLCs só existem de forma digital e em uma rede fechada, impossibilitando a cópia indevida (ou pelo menos dificultando).
  • (Positivo para as distribuidoras) Inibe o comércio de jogos usados, pois o DLC não pode ser vendido junto, e normalmente se a pessoa investiu em um DLC é porque gosta muito do jogo ou simplesmente não quer perder o investimento.
  • Deixa de lado a limitação de mídia física (no caso do Xbox 360 é o DVD-9) e coloca como limitação o espaço do disco rígido, bem maior que um DVD-9.
  • Facilita a distribuição. Uma vez publicado na Live, o DLC atinge milhões de usuários, independente da região (exceto para locais bloqueados), facilitando o acesso ao produto.

Pontos Negativos

  • Obriga a existência de um disco rígido ou cartão de memória para armazenamento, encarecendo o console ou aumentando o investimento do jogador com acessórios de armazenagem.
  • Preços maiores do que o valor dos jogos. Isso acaba sendo um padrão pois, proporcionalmente, o DLC custa muito mais que o jogo em mídia física. O exemplo mais simples são as músicas adicionais do Rock Band, onde são cobrados em média 160 Microsoft Points ou US$1.99 por música. Claro que isso é uma média, pois os valores são diversos dependendo do Pack de músicas adiquirido ou pelo valor da música em sí, mas o fato é que temos no Rock Band 2 cerca de 80 músicas, de mesma qualidade de uma música DLC. Para se fazer uma seleção semelhante somente com DLCs gastaríamos cerca de US$160. Com isso não é nenhum absurdo falarmos que o DLC chega a custar 260% a mais do que o valor de um jogo. O mesmo vale para diversos títulos, usando como base o tempo de jogo/DLC.
  • Abuso de algumas distribuidoras. Um exemplo que me veio na cabeça foi a Capcom com a venda de roupas no Street Fighter IV e acessórios para o Dead Rising. O primeiro abuso é por conta do preço praticado, mas o que mais chamou a atenção é que esses ítens já estavam na mídia física do jogo, sendo o DLC apenas um código para liberar o conteúdo. Conteúdo este que, teoricamente, já foi pago pelo jogador no ato da compra.
  • A grande maioria dos DLCs não existem em formato físico, dificultando o acesso para quem não possui uma conexão de banda larga.
  • Em alguns casos, a ausência de um DLC torna o título incompatível para se jogar online com jogadores que possuem o DLC. Por exemplo no Call Of Duty 4: Modern Watfare, onde a ausência dos mapas adicionais faz com que o jogador simplesmente seja desconectado da sala quando o mapa adicional é escolhido (que muitas vezes é uma escolha automática).

Futuro

Os números de venda de DLCs não são divulgados, mas em agosto/2008 a Microsoft anunciou que já tinha movimentado US$240 milhões em transações na Xbox Marketplace e informou que jogos que possuem DLC na Live vendem em média US$21 milhões a mais em mídias físicas, além de aumentar em média 16% o tempo em que jogo fica com o jogador até ser vendido pelo mesmo. A Activision anunciou que os Map Packs 1 e 2 para o Call of Duty: World At War foram baixados 4 milhões de vezes (inclui Live, PSN e PC – Em Julho/2009) e já anunciou que o Call of Duty: Modern Warfare 2 terá pelo menos 2 Map Packs.

São só alguns exemplos, mas com esses números temos o fato de que cada vez mais teremos DLCs para jogos, pois gera lucro para as empresas, inibe a pirataria e diminui a venda de jogos usados. Isso já acontece hoje, onde os DLCs já são planejados e divulgados antes mesmo do lançamento do jogo.

Na minha opinião, os DLCs são benvindos, desde de que sejam realmentes opcionais… Roupas, acessórios, mapas e algumas expansões realmente não afetam na história do jogo, mas alguns acabam alterando a experiência do game como por exemplo o mais recente título do Prince of Persia, onde foi lançada uma expansão que continua os que foi mostrado no final do game. É como assistir um filme e ter que pagar a mais para ver o final.

Já DLCs como do GTA4 são fantásticos, pois expandem muito o universo do jogo original sem afetar o mesmo. Para mim é o estilo de DLC ideal.

Referências

Há um tempo atrás o grande Raymon do PXB me procurou para colaborar com a excelente PXMagazine, que é uma revista em formato eletrônico publicada no PortalXbox. Escrevi alguns textos (alguns que nem cheguei a enviar para ele), mas como a revista acabou não saindo (uma pena), pedi para ele ublicar os textos aqui no blog. Os textos prontos vou publicar o quanto antes e os incompletos vou reaproveitar de alguma forma por aqui mesmo.

Esse primeiro texto é uma brincadeira que iríamos fazer na revista, um autor oculto escreveria mal sobre um jogo excelente… Bom, agora voces já que fui eu quem escrevi, mas reforço que tudo aqui será uma brincadeira, e que o jogo em questão é um dos meus preferidos do Xbox 360. O mais curioso é que eu imaginava que seria fácil escrever um texto assim, falando mal de coisa boa, mas quando comecei a escrever vi que é um desafio sem tamanho.

Espero que gostem e entendam a brincadeira! E vamos torcer para a PXMagazine retornar!

Titulo da coluna: Não existe jogo perfeito!
Descrição: Convenhamos, é difícil existir um jogo que agrade a todos jogadores, sempre existe um ponto ou outro a ser melhorado! Será que um dia existirá um jogo nota 10?

Gears of War, by “Solid Snake”.

O jogo já começa errando… Veja o nome: “Gears of War” ou simplesmente “GOW”. Óbvio que a escolha do nome é para confundir os mais desavisados que procuram pelo God Of War, GOW. Estratégia da Microsoft, vai saber.

Alias um bom título seria “Anabolizantes of War”, só pode ser, aquilo é bomba, repare no queixo do personagem principal e sua voz extremamente grave, isso é efeito colateral de bombas!

A verdade dói, não é? Mas como isso não afeta o jogo propriamente dito, vamos analisa-lo melhor. Você começa a jogar e certamente não entende nada, nenhuma CG explicando do porque você estar supostamente preso. Sim, “supostamente”, já que o jogo começa com um cara abrindo a porta da suposta cela, e de lá você salva o mundo (ou “um mundo”, tanto faz…). O fato é que o jogo não te conta nada e você precisa ter lido textos por fora (ou o BRIEF do PXB) para saber o que esta rolando. Sério, perceba, prenda-se ao que o jogo te mostra, o enredo não tem pé nem cabeça!

Mas vá lá, quer história boa vá ao cinema, quer CG compre o MGS4 do PS3, o lance é jogar, “diversão”!!! Então tá, você sai da sua (suposta) cela e aperta “A” para se proteger, “LT” para mirar e “RT” para atirar. Faça isso pelas próximas horas e fim, essa é a dita “fabulosa” jogabilidade de GoW. Ok, eventualmente você pode serrar alguém. Pense bem, você esta no meio de uma guerra, provavelmente sofrendo alucionações por causa da falta de anabolizantes pois você ficou supostamente preso por um periodo qualquer, contra você temos criaturas gigantes (provavelmente são assim por causa dos anabolizantes, tipo você daqui uns 10 anos, ou no GoW3) e você para matar um inimigo resolve serrá-lo e não atirar nele! Isso faz algum sentido para você?

Bom, pode ser pelo fato da sua arma ser de pressão ou de paintball… já repararam no som dos tiros? Aquilo é de pressão ou de paintball, não pode ser tiro! Até Worms tem um efeito de tiro melhor do que esse!

Mas mesmo assim seus inimigos (que tem todos praticamente a mesma cara) morrem. Aliás, ver um bicho desse morto é divertido, o “ser inanimado” no chão parece um saco de ar, você encosta e ele pula longe, como se depois de morto o organismo liberasse gás hélio em seu interior (será o efeito dos anabolizantes?). Ridiculo, quem programou o jogo esqueceu que os personagens morreriam… Sério, será que os Locust são invertebrados e depois que morrem viram uma espécie de borracha? Ou como dizem por aí: “uma maria-mole com sabão”… vai saber, mas pelo menos isso explica a morte por balas de pressão de ar.

Os gráficos são bonitos? Tem certeza? Aquele tom marrom o jogo inteiro, sempre tudo parecido, com o cenário muito tosco, onde você serra um ser grotesto mas é incapaz de serrar um toco de madeira? Tá, você consegue serrar alguns sofás em algumas fases.. isso mesmo: sofá! Meu Deus! Pra que por um sofá para ser serrado?! E outra, a animação do sofá sendo serrado tem uns 4 estágios, extremamente mal acabado!

Resumindo, imaginem o código fonte desse jogo:

- Carregar jogabilidade básica
- Ficar revesando as texturas

É isso, o jogo inteiro é a mesma coisa, só muda o cenário! Tá certo, tem uma parte que ele dirige o “bat-móvel”, mas de tão ridículo prefiro não comentar… Só uma coisa: luz para matar “morcegos da noite”?!

Sem falar sobre a dificuldade completamente desbalanceada do jogo. Numa dificuldade normal joga-se em 5 horas, tudo fácil, você e sua serra-Guinzo com balas de ar-pressurizado matando seres invertebrados de borracha, tudo fácil, aí chega no chefe final, o maluco cheio de morcegos na cabeça (se sua arma tivesse uma lanterna seria mais útil do que uma serra…). Aí a coisa fica impossível. Quando você esta quase desistindo, alguém te conta que existe um bug onde basta você ficar atrás de uma caixa e pronto, fica tudo simples…

Me diz uma coisa, aquele cara cheio de morcego na cabeça, daquele tamanho é incapaz de dar 5 passos, dar um sacode na caixa e te arrebentar… Isso faz sentido? Bom, tudo bem, matou o infeliz, agora é relaxar e ver o final do jogo.

Atenção o spoiler: o final é ridiculo. Medonho. E faz tanto sentido como toda a história, ou seja, sentido algum! É o que eu digo, o DVD limitou os jogos do Xbox 360, tanta textura que faltou espaço para o final do jogo. Esta é a única explicação razoável!

“Ah, mas o legal de GoW é o multiplayer…”. Sinceridade pessoal, se você não tem o hábito de jogar este game por 8 horas diárias e não é gringo, você não vai se divertir. Você vai entrar na sala e morrer em seguida. Assim como seu protagonista, o jogo é para viciados (ele em anabolizantes, você em passar raiva). Não caia na ladainha de que será montada apenas uma sala com “amigos”, sempre tem alguém que vai te humilhar com a serra ou Sniper, não será divertido! Vá jogar UNO, com certeza te prenderá por mais horas.

Alias muita gente joga este jogo por muitas horas, mas na verdade é para morrer nos 10 primeiros segundos e esperar 5 minutos para começar outra partida… e dá-lhe bate-papo!

Outra prova de que o jogo é extremamente simples. Tem gente que só joga ele!!! E não vai achando que porque acham o jogo bom, mas é que na verdade a jogabilidade é tão simples que jogos mais complexos (aqueles que usam mais de 3 botões) acabam espantando esses jogadores.

E ainda me dizem que este é o clássico do Xbox 360…