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(continuando… depois de meses, quase desisti do blog, mas como o dominio está pago até setembro vou tentar me animar)

  • Sepultura, 2003: Primeira vez que vejo o Sepultura ao vivo, infelizmente já sem o Max nos vocais, mas mesmo assim o show foi fantástico. Assisti no Canecão/RJ e acabei indo em cima da hora, pois estava passando na frente e o cambista estava desesperado e me vendeu a entrada bem baratinho.
  • Deep Purple, Sepultura e The Helicopters, 2003: Heli-quem? nem vou comentar. O show do Sepultura já tinha visto a alguns meses antes, mas desta vez foi em um estádio lotado, melhor ainda! O destaque mesmo foi o Deep Purple, ver aqueles monstros é algo surreal, mesmo sem o Blackmore o show já valeu só pela voz do Ian Gillan.
  • The Misfits, 2003: Este eu considero um dos melhores shows que já presenciei na minha vida. Foi em SP no Citibank Hall, lugar pequeno, estava relativamente vazio, mas a galera que estava já criou uma bagunça gigante (show punk...). A banda foi simplesmente fenomenal, nunca na minha vida ouvi um som tão alto. Você via no rosto dos integrantes a vontade em tocar! Destaque para o batera convidado: Marky Ramone! Uma lenda do punk rock ali na minha frente. surreal.
    Foi minha despedida de solteiro e assisti o show morrendo de medo, pois estava com meu notebook na mochila. (imaginem isso no meio de um show punk)
  • Maria Rita, 2004. Credicard Hall/SP, foi na turnê do primeiro album, muito competente ao vivo, com sua voz única. Pena que depois do segundo álbum nada mais prestou. Curioso foi o público do show, povinho “alternativo”, tinha um cara do meu lado que estava quase chorando e ficava falando “ela é linda! ela é linda!”.
  • Zélia Duncan, 2004. Citybank Hall/SP. Showzaço numa plateia cheia de “sapatão” :-)
  • Emmerson Nogueira, 2004. Credicard Hall/SP. Esse foi um tanto quanto traumático… não que o show fo iruim, muito pelo contrário, o problema foi a duração: quase 4 horas! Quase 4 horas de músicas interpretadas pelo Emmerson Nogueira, ele repeia várias músicas!!! Não via a hora de acabar!
  • Megadeth, 2005. Credicard Hall/SP. Ok, no meu ponto de vista era o Dave Mustaine e convidades, pois Megadeth mesmo só com a formação do Rust In Peace. O show foi bacana, ver Mustaine ao vivo é quase surreal, mas como os “convidades” eu nem lembro o nome o show ficou um tanto quanto sem brilho. Mas deu para divertir.
  • Brujeria, 2006. Inferno/SP. Sério, o nome do lugar é este mesmo, e não poderia ser outro. Este show foi uma das coisas mais malucas que já presenciei. Começando pela casa, uma boate na Rua Augusta em São Paulo (essa mesmo) que definitivamente não tem estrutura para qualquer tipo de show. A banda passa pelo mei do povo para chegar até o palco! O ponto alto foram dois, primeiro que devido ao calor da casa a banda parou o show no meio e o vocalista saiu do palco (passando pelo meio de toda a platéia) e voltou com um ventilador do “camarim”. Outro ponto foi o show em sí, simplesmente brutal, que era o mínimo que se esperava da banda!
  • Motorhead, 2007. Via Funchal/SP. Este show foi inesperado, eu estava em SP a passeio quando ví que há um show do Motorhead na cidade! Indescritível ver ícones do Rock em performance ao vivo, simplesmente demais!
  • Iron Maiden, 2008. SP. Assisti este show da pista VIP, indescritivel. Anos de estrada são convertidos em uma experiência única, perfeita, com um setlist matador. Não tem muito o que dizer a não sei que melhor que só o show do…
  • Metallica, 2010. SP, quase que não fui… consegui uma cadeira e estava lá. Sepultura abriu o show, mas simplesmente ninguém me faria tirar da cabeça que mais uma vez eu veria o Metallica. Que show fenomenal, que banda perfeita. Não há do que reclamar deste show, e além da performance perfeita tivemos ainda diversos efeitos pirotécnicos, coisa que eu nunca tinha visto em show… cada segundo ficará gravado na minha memória (e no meu iPod, ja que o audio do show foi vendido pelo Metallica em seu site!)

Alguém ainda acessa o blog? Será que vale a pena revivê-lo ou matar de vez?

(continuando o post anterior…)

  • Eric Clapton, 2001. Última turnê mundial do Eric Clapton, eu precisa ver de qualquer maneira… mas sem grana o que foi que eu consegui? Um lugar na arquibancada que não vi porra nenhuma, o som estava baixo e  desincronizado com o video (devido a distância). Podia piorar? Claro que sim, choveu pra caralho!
  • Cássia Eller, 2001. Foi aqui em Campinas e foi da turnê do Acústico MTV. Foi legal. Ela morreu alguns meses depois desse show… Bom, pelo menos eu vi um show dela.
  • Blind Guardian, 2002. Não conhecia a fundo essa banda, nem gosto muito do estilo, mas mesmo assim inventei de ir no show deles no Rio de Janeiro. Foi legal… nada além disso, mas foi bacana em ter ido no show sem conhecer nada, é algo curioso.
  • Afroreagge, Caetano Veloso, O Rappa, 2002. Nem me lembro do show do Afroreagge (nem sei se é assim que se escreve). O Rappa eu nunca gostei e apaguei da minha memória o que vi. Mas Caetano Veloso… o cara subiu sozinho no palco, com um violão apenas, e simplesmente dominou a plateia do Canecão no Rio de Janeiro. O mais legal: assisti praticamente do lado do palco! Muito bom! Ah, o destaque da lembrança fica por conta de um ator da Globo bem famoso que ficava se drogando e batendo a cabeça na parede… meus amigos tinham video disso na época… acho que hoje iria fazer sucesso no Youtube.
  • Capital Inicial, 2002. Lembro de duas coisas deste show: 1-Era do Capital Inicial e 2-Open Bar. Nada mais me vem a mente…
  • Biquini Cavadão, 2002. Lembro de três coisas deste show: 1-Era do Biquini Cavadão, 2-Cantaram “Tédio” e 3-Open Bar. Nada mais me vem a mente…
  • Buddy Guy, 2002. Blues no Credicard Hall, show de primeira de um cara que é uma lenda viva do Blues. Tudo perfeito, mas uma coisa colou na minha memória: No meio do show ele desceu do palco e ficou andando pelas mesas e cadeira tocando guitarra e improvisando… nada de mais, afinal a tecnologia sem-fio existe para isso, mas o mais surreal e assustador é que ele estava cantando sem microfones… sim, sem nehum tipo de amplificador de voz, era no gogó! Eu estava desacreditado, mas ele passou do meu lado e pude confirmar, era sem microfone! Isso foi foda! A voz dele estava muito alta…
    Outra passagem bacana foi quando ele mandou um cara da plateia literalmente “calar a boca’.. o infeliz só ficava gritando “Play Stevie Ray Vaughan” enquando o Buddy Guy estava tocando músicas de blueseiros famosos, até que o Buddy Guy parou uma música no meio e mandou um “Shut the Fuck Up! I’ll play what I want, and You’ll hear what I’ll play, son…”. Não me esqueço dessa frase.
  • Red Hot Chilli Peppers, 2002. Tive a sorte de estar no Rio de Janeiro neste show, pois enquanto em São Paulo o RHCP tocou no Morumbi, no Rio eles tocaram no pequeno Claro Hall. Fiquei literalmente colado no palco! Showzaço de primeira! Impressionante como tempo de estrada se traduz em qualidade do show. Ah, quem abriu foram os, até então, desconhecidos Detonautas.
    Depois que acabou o show, era impossível achar um taxi! O show foi na Barra e eu estava hospedado em Copacabana… aliás, nem hospedado estava, pois nosso vôo (eu e meu amigo) estava marcado para o dia seguinte as 7h da manhã, nosso plano era sair do show e ficar perto do aeroporto tomando cerveja até a hora do vôo, mas e taxi? Sei que acabamos fechando um acordo com um peruero doido (não era peruero legalizado, era só um “tio de Kombi”) e que a cada curva a porta da porra da Kombi se abria de tão velha que era. No fim deu tudo certo, fortes emoções…
  • G3 (Satriani, Steve Vai e… nem lembro quem mais), 2003. Foi muito bacana ver Steve Vai de novo e ainda ver o Satriani… Teve um outro cara que tocou, mas foi tão ruim que até demorou para perceber que já tinha começado o show, parecia um roadie testando o som. Ah, o cara era famoso, mas nem me lembro o nome…
  • Fábio Jr, 2003. Ok ok ok…

Espero que estejam gostando! Em breve sai a parte final da minha lista de shows!

Depois de todo o rolo que foi para tentar comprar os ingressos para o show do Metalica que ocorrerá em Jan/2010 (não, não consegui comprar… ainda!) resolvi fazer um post com os shows que já fui.

Pensando no post eu percebi uma coisa bacana, todo show tem uma constante! Essa constante pode ou não ser relacionada a banda em sí, mas o legal é que esses momentos são os que tornam o shows inesquecíveis.

Você vai me entender se ler até o final…

Aliás, provando de como todo show é inesquecível, montei a lista abaixo simplesmente puxando local e ano da memória! Vamos aos shows e suas histórias!

  • Metallica, 01/Mai/1993, Primeiro show decente da minha vida… tinha lá meus 15 anos e só tinha ido em show de Iron Maiden Cover e etc… morava no interior de SP, umas 2h30 da capital, então encarar um show de banda “de verdade” era complicado”. Na época o Metallica já era minha banda nº1 (e é até hoje!) e ainda estavam na turnê do grandioso “Black Album”.
    Não sei ao certo como foi, não me lembro, mas subtamente eu já estava com o ingresso para cadeira numerada, carona para o dia e tudo mais. Que dia. Lembro-me perfeitamente, fomos eu mais meu fiel escudeiro (Charles), Chicão e sua esposa e o motorista que não me lembro o nome…. mas foi ele quem agitou tudo, pois além de ser fã da banda, era a fim da irmã do Charles… hehehe.
    Chegando em SP o mundo caia em forma de água, ma sno momento do show, tudo estava perfeito! Quem abriu foi o Viper, banda que eu gostava na época, mas que passou batido tamanha ansiedade que era ver “Os Metallica” ao vivo. E quando veio o vídeo de abertura seguido pela Enter Sandman, PQP, foram as horas musicais mais importantes e significativas da minha vida (musical, claro). Eu sabia tudo de cor, e para ajudar a nunca esquecer o que foi esse show, a banda lançou a caixa Binge & Purge, que contém, entre outras coisas, o show do méxico que aconteceu 1 mês antes deste show.
  • Mamonas Assassinas, final de 1995, Ok, nada de mais, mas era o show que estava tendo na minha cidade… Gstava de Mamonas Assassinas, além de serem engraçados eu achava os músicos bons, principalmente o guitarrista. Aliás fui ao show pra ver o guitarrista… e no ápice do show, a hora soberba do solo de guitarra, momento para o qual eu paguei para ver, uma infeliz da turma teve sei lá o que e precisamos leva-la no Posto de atendimento do lugar. Acho que tinha caído a pressão da infeliz, mas o fato é que sequer ouvi o solo!!! Depois morreram, e pelo menos posso falar que vi eles ao vivo… tá, grande coisa…
  • Iron Maiden, 1998. Em Campinas, certa vez, foi anunciado o show do Iron Maiden. Ok, era sem o Bruce, mas ainda sem era Iron Maiden. Como eu estava completamente sem dinheiro, tive a genial idéia de, mesmo embaixo de chuva, escutar o show do lado de fora do estádio. Imaginem a cena, eu mais um bando de zé-ruela fora do estádio, só esperando o show que nunca começava… chuva… atraso… e nada… até que só via a multidão se agitar lá dentro e carros de policia chegando do lado de fora. Claro, vazei… no dia seguinte sairam as manchetes: Com show cancelado, fãs do Iron Maiden destroem estádio em Campinas. fui embora na hora certa…
  • Steve Vai, 2000. Steve Vai, para mim sempre foi e sempre será uma lenda viva. Eu sempre fiquei maluco com o som dele, chegava a tocar com minha bandinhas, e quando ele veio ao Brasil em 2000 no Olympia, tratei de ir de camarote com um amigo. Showzaço! O cara é uma máquina de som, toca o que quer, banda sincronizada. Show perfeito. Mas a lembrança mesmo foi com um casal do lado do meu camarote, o cara estava de muleta (pé-quebrado) e a esposa dele doida pulando com as músicas, de repente ela começou a dar uns tapinhas nele, e ele se irritando. Ela, do nada, começou a ficar mais agressiva, e ele se irritando, até que ela avançou em cima dele, que rapidamente pegou sua muleta e enfiou (literalmente) no meio da testa dela, que caiu no chão e levantou em seguida. O cara continuou assistindo o mestre da guitarra, mas veio um bando de seguranã e retirou os dois. Não entendi isso até hoje, a mulher não estava bêbada nem drograda (aparentemente) e o cara estava apenas sentado assistindo o show, sequer estava xavecando ninguém ou sei lá o que… só sei que foi muito surreal!
  • Marisa Monte, 2001. Show no Credicard Hall na época de ouro da Marisa Monte. O palco com um design fabuloso e tudo mais.. Mas me lembro até hoje, quando ela entrou e começou a cantar… meu Deus, que voz é aquela? Lembro que fiquei alguns minutos pensando “meu Deus, como é possível existir uma voz dessa?”. Por incrível que possa aparecer era bem diferente do CD (que já achava muito boa) e era bem melhor. E o final do show foi o melhor bis que já vi, onde ela deixa a platéia cantando sozinha… O mesmo show foi registrado em um DVD dela, então aqui eu consigo recorrer a minha memória digital.
  • Zeca Pagodinho, 2001 e 2002. Sim, tenho um gosto bem eclético e sim, gosto de samba. Fomos numa galera para o show de 2001 do Zeca no Credicard Hall, mas o que eu lembro deste show foi que o Zeca Pagodinho realmente bebe 1 litro de uísque durante o show e que ele não canta nem 30% das músicas, tudo é segurado pelos backingvocals. Não foi um caso isolado, depois de 1 ano fui no mesmo show no Rio de Janeiro (na época era o Claro Hall) e a performance foi pior ainda. Lamentável…
  • Jorge Aragão, 2001. Foi no Credicard Hall, da turnê do álbum ao vivo, bem bacana e divertido mas a passagem inesquecível foi o solo de cavaquinho de uma moça. Ela parecia um Eddie Van Halen do cavaco! Sério mesmo, me impressionou!
  • Ney Matogrosso, 2001. Pode zoar, mas eu realmente gosto de Ney Matogrosso… quando meus amigos descobriram que comprei um ingresso para or ao show dele então… putz, me zoaram até o fim, mas uma coisa eu garanto, quer realmente ver um show profissional? Vá no show desse cara. Tudo alí é sincronizado e ensaiado, até a olhada dele para a cãmera tem timing. Os shows dele sempre são temáticos, e neste o tema era o rádio no início do século. Tico-tico no fubá e etc. Banda extremamente competente e realmente um artista que pode ser considerado 100% completo.
  • The Hellicopters,Sigur Rós e Belle & Sebastian, 2001. Foi numa das últimas edições do Free jazz Festival, fui (eu mais todo mundo do local) por causa do Belle & Sebastian, banda que adimiro até hoje. O fato é que no dia do show tocariam mais 2 bandas de abertura, a The Hellicopters que fez um showzinho bacana, mas que foi seguida pela completamente desconhecida Sigur Rós.
    Imaginem umas tantas-mil-pessoas paradas ouvindo um som completamente surreal, tudo tão viajante, desde o som, imagens de fundo, movimento de palco… aquilo caiu como uma pedra de 1ton na minha cabeça, e só o que se ouvia era: “PQP, como não conhecia essa bada?”. Dá uma olhada no que escrevi sobre essa banda no Vitrola Velha.
    Daí entrou o Belle & Sebastian, com a plateia ganha e um show bem bacaninha.  melhor forma para eu relembrar o show é ouvindo o bootleg que tenho dele :-) . Ah, nesse mesmo dia gravaram o clipe de uma música, mas até hoje não me achei na pletéia…

Como descobri que ninguém gosta de post longo, dividi este em 3 partes… não perca! O resto sai ainda este mês…

Tem algumas coisas que eu não gosto mas que todos amam. Não é que sou indiferente, é não gostar mesmo… isso acontece com vocês?

Vejam alguma scoisas que não consigo compreender:

1. Futebol. É, não gosto de futebol. Não assisto futebol. Nao torço para nenhum time de futebol. Sequer sei o nome de jogadores de futebol (“Pelé” já esta de bom tamanho). A última Copa do Mundo que assisti foi a do México, creio que em 82 ou 86 (“Mexi-mexi-mexicoração, vamos que vamos que essa bola vai rolar…”, alguém lembra disso?). E é fato que quando conhecemos pessoas novas, em menos de 12 horas alguém vai te perguntar: “Que time você torce?”. Me sinto um alien explcando que não gosto de futebol. Não me importo das pessoas gostarem do esporte, é que eu simplesmente não ligo. O máximo que vejo são uns “Gols do Fantásico”, alguns gols me chamam a atenção pela beleza da jogada, mas pouco me importa qual time fez o gol. Aliás acho que a maior explicação disso é que eu não tenho o conceito de torcedor…

2. Torcer. É engraçado, em todos os esportes que eventualmente assisto, eu nunca torço, eu simplesmente assisto. Não importa se o Massa é brasileiro e conterrâneo meu, foda-se, o Schumacher é melhor. Ao assistir uma corrida de F1 em que o Schumacher corria, é óbvio que vou prestar mais atenção nele do que no resto. Cielo é brasileiro? Parabéns, mas se o Phelps é melhor, que ganhe o Phelps. Certa vez quase apanhei de uns amigos. Fui para São Paulo na casa de uns colegas e começaram a assistir a um jogo importante de futebol, tipo São Paulo e Corinthians (são times importantes, certo? até eu sei disso). Logo saiu um gol de um time e todos festejaram, tudo era festa. Em seguida o outro time empatou e eu fiz meu último comentário sobre futebol na minha vida: “Golaço”. Quase fui massacrado pelo povo, obviamente torcedores do outro time… mas o que eu podia fazer, eu estava assistindo para ver gols bonitos, independente de quem era. Bom, este foi somente um exemplo de que “não torcer” pode ser perigoso… Olimpíadas eu gosto de assistir, inclusive ano passado eu assisti quase inteira pois estava no pós-operatório da cirurgia. Acho bacana ver alguns esportes, mas não me importo quem esta competindo. Sejamos práticos, a gente não ganha nada com a vitória deles.

3. U2. Uma vez eu estava num bar em Campinas e na mesa ao lado tinha um grupo de pessoas com cerca de 20 a 25 anos de idade. Não sei ao certo como começou, mas os ânimos se exaltaram e o que ouvia-se eram 2 pessoas: “U2 é rock”, “Não, U2 é Pop!”, “Rock!”, “Pop!”, “Rock!”, “Pop!”, “Rock!”, “Pop!”, “Rock!”, “Pop!” Até que um levanta e dá um sopapo no outro… climão, fim de festa, foram embora… (que cena inesquecível!) mal sabiam que na mesa do lado tinha alguém (eu) que estava pensando: “U2 é uma merda”. Não me xinguem, já tentei gostar (minha esposa adora), mas não desce, me incomoda… tem uma ou outra música que eu gosto, mas no geral o som deles me irrita. Não sei explicar bem o porque.

4. Rolling Stones. A banda deve ter uns 50 anos de carreira, é famosa, todos gostam. Quando vieram pro Brasil até meu cachorrro queria ter ido a Copacabana assistir… mas eu só gosto de 3 músicas: “Sympathy for the Devil”, “Start me up” e uma que nem sei o nome (não, não é “Satisfaction”). Trocentos anos de carreira, trocentas músicas, e só 3 me agradam! Tentei ouvir os discos pra ver o que rolava, e nunca desceu nada… Na minha opinião só fazem sucesso porque o vocalista sai com modelos e a banda no geral já esta na terceira aposentadoria (o baterista está provavelmente na quarta ou quinta).

5. Rush. Alguém avisa o baixista/vocalista que a voz dele é um lixo? Não consigo ouvir uma música inteira do Rush que tenha vocal. As instrumentais são bacanas, banda super competente, mas quando entra a voz do cara… a sensação que tenho é que ela usa a mesma frequência usada pelo meu “bulbo cerebral responsável pelo incômodo”. Não consigo. Agora imaginem quando eu fui um dia no Hard Rock Café do Rio em 2002 e ganhei 4 ingressos para o show da banda no Maracanã (aquele que virou DVD) e eu simplesmente doei aquilo para os 4 primeiros que apareceram na minha mesa de trabalho. Não tenho culpa, Rush é uma bosta para meus ouvidos.

6. Anime e mangás (ou algo do tipo). Sabe aqueles quadrinhos ou desenhos japoneses. Isso, os “pokemóns” da vida. Não entendo como o povo gosta daquilo. É tudo mal feito, desenhos sem movimento, com coisas estranhas… sei lá, é muito tosco e mesmo assim parece que todo mundo que eu conheço gosta disso.

7. Cosplay. Tudo bem, você gosta de determinado filme, jogo, quadrinho ou qualquer coisa que seja, mas por favor: você não é o personagem! Não se vista como tal! Isso dá medo! Ainda mais se você tem mais de 18 anos ou não está numa festa a fantasia. Aliás, alguns cosplays nem em festas a fantasias deviam ser permitidos!

Taí o desabafo… logo lembro de mais coisas!

As semelhanças me assustam… o que o futuro me reserva?

Novembro de 2007

É lançado o jogo Call of Duty: Modern Warfare (ou COD4) para o Xbox 360. Logo no lançamento comprei o game na CDUniverse.com.

Em Dezembro, passado 1 mês da compra,  nada do jogo chegar… a loja entendeu isso como produto extraviado e reenviou o jogo.

Quando chegou, em Janeiro, foi taxado. Mas tudo bem, peguei o jogo no Correio e fui pra casa, joguei um pouquinho, vi o single player, o multiplayer e… 3RL, meu primeiro Xbox 360 foi pro saco, o que demandou a compra de um Kit Nacional. No dia seguinte do incidente fui para casa do Nilson (Nilsonsbc, era aniversário dele) .

Novembro de 2009

É lançado o jogo Call of Duty: Modern Warfare 2 (ou CODMW2) para o Xbox 360. Fiz uma pré compra na Amazon e pedi para entregar no endereço em que um amigo meu estava nos EUA. O jogo lançou dia 10 e ele voltou dia 14. Ele recebeu o jogo e ficou me sacaneando via Twitter, falando que ia vender e tal.

Chegando na sua casa no Brasil ele viu que a mala que foi despachada foi aberta pela Receita Federal para averiguação (dizia o comunicado), tudo lindo, nada taxado, mas meu CODMW2 simplesmente tinha sumido.

Ok, tudo bem, acontece… só o valor que economizei de taxas dos outros produtos que comprei lá já compensava a perda. Sai em busca do CODMW2 nacional mesmo, comprei na Quinta-feira passada.

Na Sexta peguei o game para me divertir, queria ver que tanta nota 10 ele tinha recebido… joguei o modo single, o modo multi e …. BUM! caiu um raio nas proximidades de casa.

Pausa para explicar o raio. O negócio é o seguinte, estava nublado, mas sem trovões ou raios. Nem chuva tinha ainda… mas mesmo assim, do nada, me cai o maldito raio.

Quando a energia voltou o óbvio: o Xbox 360 nem dava sinal de vida. Vejam bem, não foi nem 3 RLs, ele simplesmente não ligou… “Zero RL”! E não, não foi a fonte… ela ficou inteira!!!

Para completar a coincidência, no dia seguinte fui para a casa do Nilson (o mesmo de 2 anos atrás) no aniversário do seu filho….

Desenvolvi a seguinte fórmula:

CODMW(x) + CODMW(x, “extraviado”)+ Aniversário(“Nilson”)  = NovoXbox(x)

Fala sério.. no CODMW3 vai cair um satélite da C.T.U. em cima da casa!

Mais um texto que iria para a PXMagazine. Aqui a idéia era pegar um tema sobre um assunto e juntar diversos pontos de vista de alguns colaboradores. Montei esse texto sobre DLC, achei pertinente postar aqui.

DLCs

Introdução

Creio que todos devem saber do que se trata um Downloadable Content (Conteúdo Desgarregável/Baixável, em Português), ou simplesmente DLC, afinal esta geração tornou essa forma de distribuição muito simples e acessível. Mas para quem não sabe, o termo DLC é usado para descrever a distribuição de software através da Internet, geralmente associado a conteúdo de jogos que são lançados de forma separada do jogo principal, complementando-os.

Alguns exemplos famosos de DLCs:

  • Mapas adicionais de jogos como Gears of War e Halo 3
  • Músicas para jogos como Rock Band, Guitar Hero e Lips
  • Expansões para jogos como Fallout 3, Fable 2 e GTA 4
  • Carros e Pistas para Forza 2
  • Roupas para avatares, Ninja Gaiden 2 e Street Fighter IV

Evolução

Apesar de fazer sucesso hoje, a forma de distribuição digital já existia no início da década de 80 no Atari 2600, através do serviço GameLine, onde era possível baixar jogos completos através da linha telefônica. E mesmo o Mega Drive teve recurso semelhante com o Sega Channel. Mas apesar de serem distribuição digital não são considerados DLCs, visto que era vendido o jogo completo e não partes adicionais de jogos.

O conceito de DLC se fortaleceu nos PCs, onde vários MODs e Mapas eram distribuídos apenas de maneira digital, já que muitos autores desses conteúdos não possuiam formas de distribuí-los de maneira física. Hoje esse tipo de conteúdo é mais conhecido como User-Created Conntent, mas podem ser considerados, junto com o serviço do Atari 2600, como “avós” dos DLCs de hoje.

O primeiro console a oferecer o recurso de DLC (complementando títulos físicos) foi o Dreamcast, mas a coisa vingou mesmo com o Xbox (o antigo), trazendo DLCs para jogos como Halo 2 e Splintter Cell na Xbox Live. Ainda nessa época era possível encontrar muitos DLCs gratuítos na Live, exceto para títulos publicados pela própria Microsoft, onde raramente existiam DLCs gratuítos. Aliás, a Microsoft foi a primeira empresa a se cobrar por um DLC, isso foi em 2002 em um DLC do jogo Mech Assault.

Atualmente

Já no Xbox 360 a idéia dos DLCs estava mais do que consolidada, a Microsoft criou os Microsoft Points e deu uma atenção mais do que especial para a Xbox Marketplace na Live. Estratégia que foi seguida pela Nintendo e Sony, tornando o recurso um padrão para esta geração de consoles.

O que vemos hoje é uma exploração deste recurso, gerando várias discussões, tendo gente apoiando ou não o uso de DLCs.

Pontos positivos

  • Aumenta a durabilidade e fator replay de um título, pois a cada mapa ou add-on novo que é lançado, uma legião de jogadores resolvem “tirar a poeira” do seu jogo, fazendo valer seu investimento no título.
  • Mantém o jogo em evidência, como por exemplo o Rock Band, onde já é tradicional existir novas músicas semanalmente. Com isso a franquia esta sempre sendo lembrada pelos jogadores, valorizando a marca.
  • Inibe a pirataria, visto que os DLCs só existem de forma digital e em uma rede fechada, impossibilitando a cópia indevida (ou pelo menos dificultando).
  • (Positivo para as distribuidoras) Inibe o comércio de jogos usados, pois o DLC não pode ser vendido junto, e normalmente se a pessoa investiu em um DLC é porque gosta muito do jogo ou simplesmente não quer perder o investimento.
  • Deixa de lado a limitação de mídia física (no caso do Xbox 360 é o DVD-9) e coloca como limitação o espaço do disco rígido, bem maior que um DVD-9.
  • Facilita a distribuição. Uma vez publicado na Live, o DLC atinge milhões de usuários, independente da região (exceto para locais bloqueados), facilitando o acesso ao produto.

Pontos Negativos

  • Obriga a existência de um disco rígido ou cartão de memória para armazenamento, encarecendo o console ou aumentando o investimento do jogador com acessórios de armazenagem.
  • Preços maiores do que o valor dos jogos. Isso acaba sendo um padrão pois, proporcionalmente, o DLC custa muito mais que o jogo em mídia física. O exemplo mais simples são as músicas adicionais do Rock Band, onde são cobrados em média 160 Microsoft Points ou US$1.99 por música. Claro que isso é uma média, pois os valores são diversos dependendo do Pack de músicas adiquirido ou pelo valor da música em sí, mas o fato é que temos no Rock Band 2 cerca de 80 músicas, de mesma qualidade de uma música DLC. Para se fazer uma seleção semelhante somente com DLCs gastaríamos cerca de US$160. Com isso não é nenhum absurdo falarmos que o DLC chega a custar 260% a mais do que o valor de um jogo. O mesmo vale para diversos títulos, usando como base o tempo de jogo/DLC.
  • Abuso de algumas distribuidoras. Um exemplo que me veio na cabeça foi a Capcom com a venda de roupas no Street Fighter IV e acessórios para o Dead Rising. O primeiro abuso é por conta do preço praticado, mas o que mais chamou a atenção é que esses ítens já estavam na mídia física do jogo, sendo o DLC apenas um código para liberar o conteúdo. Conteúdo este que, teoricamente, já foi pago pelo jogador no ato da compra.
  • A grande maioria dos DLCs não existem em formato físico, dificultando o acesso para quem não possui uma conexão de banda larga.
  • Em alguns casos, a ausência de um DLC torna o título incompatível para se jogar online com jogadores que possuem o DLC. Por exemplo no Call Of Duty 4: Modern Watfare, onde a ausência dos mapas adicionais faz com que o jogador simplesmente seja desconectado da sala quando o mapa adicional é escolhido (que muitas vezes é uma escolha automática).

Futuro

Os números de venda de DLCs não são divulgados, mas em agosto/2008 a Microsoft anunciou que já tinha movimentado US$240 milhões em transações na Xbox Marketplace e informou que jogos que possuem DLC na Live vendem em média US$21 milhões a mais em mídias físicas, além de aumentar em média 16% o tempo em que jogo fica com o jogador até ser vendido pelo mesmo. A Activision anunciou que os Map Packs 1 e 2 para o Call of Duty: World At War foram baixados 4 milhões de vezes (inclui Live, PSN e PC – Em Julho/2009) e já anunciou que o Call of Duty: Modern Warfare 2 terá pelo menos 2 Map Packs.

São só alguns exemplos, mas com esses números temos o fato de que cada vez mais teremos DLCs para jogos, pois gera lucro para as empresas, inibe a pirataria e diminui a venda de jogos usados. Isso já acontece hoje, onde os DLCs já são planejados e divulgados antes mesmo do lançamento do jogo.

Na minha opinião, os DLCs são benvindos, desde de que sejam realmentes opcionais… Roupas, acessórios, mapas e algumas expansões realmente não afetam na história do jogo, mas alguns acabam alterando a experiência do game como por exemplo o mais recente título do Prince of Persia, onde foi lançada uma expansão que continua os que foi mostrado no final do game. É como assistir um filme e ter que pagar a mais para ver o final.

Já DLCs como do GTA4 são fantásticos, pois expandem muito o universo do jogo original sem afetar o mesmo. Para mim é o estilo de DLC ideal.

Referências

Há um tempo atrás o grande Raymon do PXB me procurou para colaborar com a excelente PXMagazine, que é uma revista em formato eletrônico publicada no PortalXbox. Escrevi alguns textos (alguns que nem cheguei a enviar para ele), mas como a revista acabou não saindo (uma pena), pedi para ele ublicar os textos aqui no blog. Os textos prontos vou publicar o quanto antes e os incompletos vou reaproveitar de alguma forma por aqui mesmo.

Esse primeiro texto é uma brincadeira que iríamos fazer na revista, um autor oculto escreveria mal sobre um jogo excelente… Bom, agora voces já que fui eu quem escrevi, mas reforço que tudo aqui será uma brincadeira, e que o jogo em questão é um dos meus preferidos do Xbox 360. O mais curioso é que eu imaginava que seria fácil escrever um texto assim, falando mal de coisa boa, mas quando comecei a escrever vi que é um desafio sem tamanho.

Espero que gostem e entendam a brincadeira! E vamos torcer para a PXMagazine retornar!

Titulo da coluna: Não existe jogo perfeito!
Descrição: Convenhamos, é difícil existir um jogo que agrade a todos jogadores, sempre existe um ponto ou outro a ser melhorado! Será que um dia existirá um jogo nota 10?

Gears of War, by “Solid Snake”.

O jogo já começa errando… Veja o nome: “Gears of War” ou simplesmente “GOW”. Óbvio que a escolha do nome é para confundir os mais desavisados que procuram pelo God Of War, GOW. Estratégia da Microsoft, vai saber.

Alias um bom título seria “Anabolizantes of War”, só pode ser, aquilo é bomba, repare no queixo do personagem principal e sua voz extremamente grave, isso é efeito colateral de bombas!

A verdade dói, não é? Mas como isso não afeta o jogo propriamente dito, vamos analisa-lo melhor. Você começa a jogar e certamente não entende nada, nenhuma CG explicando do porque você estar supostamente preso. Sim, “supostamente”, já que o jogo começa com um cara abrindo a porta da suposta cela, e de lá você salva o mundo (ou “um mundo”, tanto faz…). O fato é que o jogo não te conta nada e você precisa ter lido textos por fora (ou o BRIEF do PXB) para saber o que esta rolando. Sério, perceba, prenda-se ao que o jogo te mostra, o enredo não tem pé nem cabeça!

Mas vá lá, quer história boa vá ao cinema, quer CG compre o MGS4 do PS3, o lance é jogar, “diversão”!!! Então tá, você sai da sua (suposta) cela e aperta “A” para se proteger, “LT” para mirar e “RT” para atirar. Faça isso pelas próximas horas e fim, essa é a dita “fabulosa” jogabilidade de GoW. Ok, eventualmente você pode serrar alguém. Pense bem, você esta no meio de uma guerra, provavelmente sofrendo alucionações por causa da falta de anabolizantes pois você ficou supostamente preso por um periodo qualquer, contra você temos criaturas gigantes (provavelmente são assim por causa dos anabolizantes, tipo você daqui uns 10 anos, ou no GoW3) e você para matar um inimigo resolve serrá-lo e não atirar nele! Isso faz algum sentido para você?

Bom, pode ser pelo fato da sua arma ser de pressão ou de paintball… já repararam no som dos tiros? Aquilo é de pressão ou de paintball, não pode ser tiro! Até Worms tem um efeito de tiro melhor do que esse!

Mas mesmo assim seus inimigos (que tem todos praticamente a mesma cara) morrem. Aliás, ver um bicho desse morto é divertido, o “ser inanimado” no chão parece um saco de ar, você encosta e ele pula longe, como se depois de morto o organismo liberasse gás hélio em seu interior (será o efeito dos anabolizantes?). Ridiculo, quem programou o jogo esqueceu que os personagens morreriam… Sério, será que os Locust são invertebrados e depois que morrem viram uma espécie de borracha? Ou como dizem por aí: “uma maria-mole com sabão”… vai saber, mas pelo menos isso explica a morte por balas de pressão de ar.

Os gráficos são bonitos? Tem certeza? Aquele tom marrom o jogo inteiro, sempre tudo parecido, com o cenário muito tosco, onde você serra um ser grotesto mas é incapaz de serrar um toco de madeira? Tá, você consegue serrar alguns sofás em algumas fases.. isso mesmo: sofá! Meu Deus! Pra que por um sofá para ser serrado?! E outra, a animação do sofá sendo serrado tem uns 4 estágios, extremamente mal acabado!

Resumindo, imaginem o código fonte desse jogo:

- Carregar jogabilidade básica
- Ficar revesando as texturas

É isso, o jogo inteiro é a mesma coisa, só muda o cenário! Tá certo, tem uma parte que ele dirige o “bat-móvel”, mas de tão ridículo prefiro não comentar… Só uma coisa: luz para matar “morcegos da noite”?!

Sem falar sobre a dificuldade completamente desbalanceada do jogo. Numa dificuldade normal joga-se em 5 horas, tudo fácil, você e sua serra-Guinzo com balas de ar-pressurizado matando seres invertebrados de borracha, tudo fácil, aí chega no chefe final, o maluco cheio de morcegos na cabeça (se sua arma tivesse uma lanterna seria mais útil do que uma serra…). Aí a coisa fica impossível. Quando você esta quase desistindo, alguém te conta que existe um bug onde basta você ficar atrás de uma caixa e pronto, fica tudo simples…

Me diz uma coisa, aquele cara cheio de morcego na cabeça, daquele tamanho é incapaz de dar 5 passos, dar um sacode na caixa e te arrebentar… Isso faz sentido? Bom, tudo bem, matou o infeliz, agora é relaxar e ver o final do jogo.

Atenção o spoiler: o final é ridiculo. Medonho. E faz tanto sentido como toda a história, ou seja, sentido algum! É o que eu digo, o DVD limitou os jogos do Xbox 360, tanta textura que faltou espaço para o final do jogo. Esta é a única explicação razoável!

“Ah, mas o legal de GoW é o multiplayer…”. Sinceridade pessoal, se você não tem o hábito de jogar este game por 8 horas diárias e não é gringo, você não vai se divertir. Você vai entrar na sala e morrer em seguida. Assim como seu protagonista, o jogo é para viciados (ele em anabolizantes, você em passar raiva). Não caia na ladainha de que será montada apenas uma sala com “amigos”, sempre tem alguém que vai te humilhar com a serra ou Sniper, não será divertido! Vá jogar UNO, com certeza te prenderá por mais horas.

Alias muita gente joga este jogo por muitas horas, mas na verdade é para morrer nos 10 primeiros segundos e esperar 5 minutos para começar outra partida… e dá-lhe bate-papo!

Outra prova de que o jogo é extremamente simples. Tem gente que só joga ele!!! E não vai achando que porque acham o jogo bom, mas é que na verdade a jogabilidade é tão simples que jogos mais complexos (aqueles que usam mais de 3 botões) acabam espantando esses jogadores.

E ainda me dizem que este é o clássico do Xbox 360…

Uma das grandes vantagens em ficar viajando por conta de uma empresa é o famoso “reembolso de viagem”.

Fale a verdade, você acaba ficando em hotéis que nunca ficaria e come muito mais do que devia. Bom, pelo menos pra mim isso é fato.

Em 2002 eu fiquei 1 ano aqui no Rio de Janeiro por conta de uma consultoria, neste ano eu engordei cerca de 6kg…

Mas o post na verdade não é para fala do meu corpo definido (é, defini que meu corpo fica assim mesmo e pronto) e sim para indicar algum dos melhores restaurantes que provei no Rio e demais locais. Seguem as dicas:

  • La Tratoria (http://www.latrattoriario.com.br). Esse eu conheço desde 2002, e toda vez que venho pro Rio tento dar uma passadinha lá. É uma cantina italiana onde o atendimento é uma droga, o garçom só falta te bater, até um tempo atrás eles só aceitavam dinheiro, nada de cheque ou cartões (hoje aceitam cartões), fundado em 1976, fica em Copacabana e tem um fantástico prato de “Spaghetti Tartufado com Funghi, Molho de Tomate e Camarões”. Simplesmente fantástico! Surreal! Esse tal de “Tartufado” dá um sabor mais do que especial.Aliás tem até uma história engraçada em relação a isso, quando eu e um amigo estavamos jantando nesse restaurante e esse meu amigo perguntou o que seria “Tartufado” (Fala sério, voce também estava se perguntando isso). O garçom respondeu que era um azeite extraido de um tipo de cogumelo chamado Tartufo, segundo ele é meio difícil de encontrar para comprar (nunca procurei). Enfim, a parte engraçada foi o comentário do meu amigo: “Achei que Azeite sempre fosse de azeitona. A-Z-E-I-T-e”. Acho que o mau humor dos garçons que vejo hoje em dia começou depois desse comentário dele… Outro prato excelente que conheci esses dias foi um “Spaghetti Tartufado (percebe-se que é especialidade da casa) com molho branco, camarões e cogumelos frescos”. Não, não é daqueles que nascem em bosta de vaca e turistas de São Tomé das Letras fãs de Ventania usam como café da manhã… Esses cogumelos frescos são de um tipo que não me recordo, mas é bom pra caramba! E quando você mastiga faz “nhec-nhec”. :-P
  • Outra dica que descobri recentemente aqui no Rio, Galeria 1.618 (http://www.galeria1618.com.br). Um restaurante francês que fica no Leme, e como todo restaurante francês ele se intitula Galeria, Arte, Bistrô e Restaurante (!). O atendimento aqui é chato de tão bom. Bom, as vezes é simplesmente chato: na primeira vez que vim pedi um prato e o graçom me disse “Senhor, esse prato fica bom com o vinho Mimimi”, eu como estava tomando remédio para minhas malditas costas (e reembolso não paga bebida alcoólica), disse: “Não, obrigado, quero uma Coca-cola”, ele continuou: “Senhor, realmente eu insisto que o senhor prove este vinho com este prato”. Cara de tédio e: “Coca, por favor”. Minha vontade era responder “E eu insisto na Coca-cola”, mas achei que minha comida ia acabar tomando uma sapatada na cozinha. Enfim, o prato que recomendo lá é um “Spaghetti ao curry com especiarias, vegetais e cubos de Filet Mignon”. Vou te falar, o treco é bom demais! E realmente o vinho cairia bem. O que enche o saco é a música ao vivo francesa e um bando de turista francês… Aliás eu não entendo, o cara atravessa o Atlântico para comer comida típica de seu país? É como ir na Inglaterra para comer feijoada e não, sei lá, tomar chá com apple-pie (o que mais é típico na Inglaterra?)
  • Albamar (http://www.albamar.com.br). Outra excelência… O chef atual do restaurante é o antigo chef do Copacabana Plaza, precisa dizer mais? O lugar fica em um prédio histórico, que sobrou do primeiro Mercado Municipal do Rio de Janeiro, com uma bela vista para a Baía de Guanabara. O atendimento é primoroso, mas o destaque mesmo é por conta da comida. Comi um “Aiguilette de salmão com Cuzcuz Maroquino de Shitake e Molho de Limão Siciliano”, sem palavras, estava simplesmente fantástico. O preço é um pouco alto, só vim parar aqui pois ´tinha saído para um almoço de negócios com meu diretor, mas vale uma visita para quem gosta de comer bem, principalmente frutos do mar.
  • Sushi Rio (http://www.sushirio.com.br), fica no shopping Rio-Sul, e como é meio óbvio é de comida japonesa. O bacana aqui é o rodizio que você pede o que quer comer, coisa que não encontro em Campinas. E sem frescura de limitaçoes, aqui você pede sushi, sashimi, temaki, e etc… mas o destaque mesmo são os sushis do tipo “hot”, os melhores que já provei!

É, post non-sense bem “Ana Maria Braga”, mas paciência, o blog é meu e eu escrevo o que bem entender :-)

Aliás me empolguei, vou falar de mais lugares bacanas em outros lugares. Prometo ser breve.

  • Belém: Fuja da tal Manissoba (coisa feia e ruim do inferno) e vá para o único lugar que eu conheço que tem Rodízio da Pizza Hut! Refil de Pepsi e Pizza Hut ilimitada, o que mais é preciso para ser feliz? Pena que fica em Belém (longe e um lugar que não gostei muito).
  • Natal: Tudo na cidade é excelente, mas o melhor é o restaurante Mangai (http://www.mangai.com.br), sinto saudades até hoje do “Cartola-oba-oba”.
  • Ilhéus: Trauma da Bahia por causa desse fim de mundo (me desculpem os “Ielhenses”, mas realmente não foi uma viagem bacana), mas lá tem um restaurante de um francês (não confundam com “Restaurante Francês”) que se chama Maróstica (http://www.marostica.com.br). Sério, a expectativa era chegar a hora do jantar para ir no Maróstica! Infelizmente fica em Ilhéus e esse restaurante é o motivo de não termos feito uma lobotomia para apagar da memória a viagem. Tá, estou exagerando, até foi bacana só não foi tudo que imaginávamos.
  • Qualquer lugar que tenha um Outback: ignore a famosa cebola, ignore a famosa costela de porco, nem abra o cardápio, simplesmente decore isso: “Toowoomba Pasta”. Sem exageros, depois que esperimentei este Fetuccine ao molho Alfredo com Camarões e Especiarias, eu nunca mais penso em pedir nada diferente no Outback. Quando peço eu sempre me arrependo!
  • Indaiatuba, tem a Kostela do Japonês (http://www.kosteladojapones.com.br). Lugar simples que, adivinha só, serve costelas! De longe a melhor costelaria que já fui.
  • E para fechar, um dos melhores hamburgueres que já provei, fica perto de casa, é o Greg’s Burger (http://www.gregburgers.com.br). Acho que só tem em Campinas, e é bom demais! Sim, um pouco melhor que o The Fifties (http://www.thefifties.com.br), que também é excelente

Chega, tá dando fome. Depois falo mais de uns lugares para se engordar…

Outro dia falei sobre o que é um projeto, então nada mais justo agora falar o que é um Gerente de Projeto.

O projeto, para relembrar, é resumidamente um conjunto de atividades e recursos para gerar um produto único. O Gerente de Projetos é o que dá o ritmo da coisa, alinhando os recursos com os clientes e demais interessados no projeto.

Não vou me aprofundar, mas existem vários aspectos em que o Gerente de Projetos deve olhar, basicamente são:

  • Tempo: todo projeto tem uma data para terminar, mesmo porque sem data final torna ele uma operação e não projeto. O Gerente de Projetos tem que acompanhar este cronograma e estar sempre pensando em formas de otimizar o processo e garantir a data de entrega. Naõ é tão simples, pois em muitos casos uma atividade depende de outra para acontecer (imagine a construção de uma casa, adianta fazer o acabamento interno antes das paredes e telhado?). Casos ontem você não pode nem adiantar o projeto (imagine se as obras das Olimpiadas do RIO-2016 ficassem prontas em 2014… como estariam as obras em 2016?). Enfim, não é simplesmente ficar olhando para o cronograma.
  • Custo: Fato: todo projeto tem um orçamento fechado, que será consumido no decorrer do projeto. Cabe ao Gerente de Projeto decidir a melhor forma de aplicar esses recursos financeiros e garantir que o orçamento não estoure, gerando prejuízo para a empresa ou custo adicional para o cliente. Existem casos em que a empresa já sabe que o projeto dará prejuízo, mas mesmo assim ela tem a meta de, por exemplo, conquistar o cliente. Tem clientes, e passo por isso hoje, que querem gastar dinheiro! Veja bem: o cara tem um orçamento para gastar dentro do ano, se ele não gasta tudo o que pediu ele toma uma “chincha” da empresa dele, então ele me chama e fala “tenho que gastar mais R$XYZ neste ano, o que seu projeto pode absorver?”. Parece simples, mas não é. Não posso simpesmente aumentar o valor do que é produzido. Não posso simplesmente embutir coisas no projeto (veja o item escopo mais a frente)… enfim, é um grande desafio esse tipo de questão, e se um dia passar por isso garanta uma pessoa do Comercial do seu lado, senão seu projeto vai pro saco. Acredite.
  • Qualidade: Conceito básico de qualidade aqui, seu projeto esta seguindo algum padrão? Esta de acordo com os processos da empresa? Nem sempre a perfeição é o esperado, qualidade é atingir o que foi proposto, por exemplo, podemos falar que é esperado que o programa tenha 30% do código errado. É ruim, mas se é o acordado no projeto é o que deve ser seguido. Não é taõ absurdo, é igual comprar roupa no Carrefour e reclamar que a costura não durou, o padrão de qualidade deles é aquele e fim.
  • Recursos Humanos: Sabemos que humanos normalmente são os que dão mais trabalho. Basicamente é lidar com pessoas (contratação, evolução, etc). Tópico simples, mas que no dia-a-dia é complicado.
  • Comunicação: Como vai fluir a comunicação em seu projeto? E se o estagiário mandar um mail para o diretor do cliente? Quem vai participar dos diversos tipos de reuniões? Quando ocorrerão essas reuniões? Aconteceu um determinado problema, quem deve ser acionado? Enfim, o Gerente de Projeto deve traçar esses caminhos, e garantir de que a comunicação esteja fluindo como o planejado. Já passei por problemas nisso, e é algo comum… coisa que o desenvolvedor no dia-a-dia acabou combinando algo com o cliente (que também, em muitas vezes, não tinha a alçada para tal decisão) e não comunicou ninguém. O cara normalmente nem faz esse tipo de coisa por mal, mas isso geralmente dá problema no futuro. Outra coisa que o pessoal esquece, principalmente do meio para o final do projeto: a formalização. Formalize tudo, documente, nem que seja um e-mail, mas nunca caia na armadilha de acordos verbais ou “acordo de cavalheiros”, isso nunca funciona! O que vale é o que esta escrito. Até o catolicismo e similares precisam do que está escrito na Bíblia para embasar seus argumentos, porque você faria diferente?
  • Riscos: Aqui que os envolvidos sentam e tentam descobrir quais são os possíveis problemas ou oportunidades que o projeto vai ter. Pra cada risco levantado você traça um plano de ação e medidores para saber o que fazer com o risco se ele acontecer (ou se vale a pena investir em uma oportunidade). Isso tem que ser feito constantemente em um projeto e deve-se pensar nas coisas mais improváveis, pois estas que te darão a maior dor de cabeça. Quão improvável? Bom, tenho um exemplo bacana aqui: Se lembram daquele avião que caiu em Sao Paulo em 1997? Pois bem, tinha uma equipe inteira de um projeto de uma consultoria que trabalhei. Todos morreram, e com eles todos os Notebooks e dados do projeto em questão. O cliente ficou com pena? Sim, claro, e por isso deu o prazo de um mês para a consultoria repor a equipe… pois é, contrato é contrato. Depois disso a consultoria colocou como risco em todos os projetos que envolviam viagens a queda de aviões, e como plano fazer o time viajar separado. Tenho certeza que quando o outro vôo caiu em São Paulo em 2007 (ou 2008, não me lembro), a consultoria não deve ter se abalado tanto (se é que tinha gente de projetos no vôo). É muito comum as empresas terem um grupo de riscos padrão, aqueles que se repetem em todo projeto, como por exemplo o risco de um recurso chave pedir demissão.
  • Aquisição: essa parte trata de contratação de serviços de terceiros. Pode ser um seguro, um especialista, um aluguel, um servidor, mesas e cadeiras de escritório… enfim, qualquer coisa. O maior cuidado aqui é não confundir com a parte de Recursos Humanos e sempre ficar de olho se o serviço contratado esta alinhado com a Qualidade do projeto. Tomar cuidado também com a compra de bens, sempre alinhando com a contabilidade da empresa (depreciação e afins…).
  • Escopo: Talvez a maior armadilha de um projeto, todo o resto você consegue negociar com quem quer que seja, mas o escopo é o que é o mais sagrado em um projeto. É o que o cara pediu, nem mais nem menos. Repito, nem mais nem menos. Não pense em agradar seu cliente dando coisas a mais do que ele pediu, você vai quebrar a cara. Quer um exemplo prático? Imagine a revisão do seu carro como um projeto, você sabe exatamente o que será feito no veículo, quando começará, quando será entregue e quanto custará. Quando você vai buscar o carro o chefe da oficina diz: “Amigo, você é um cliente bacana, de cortezia trocamos os 4 pneus do seu carro, sem custo algum!” Lindo, não? Você acha que se deu bem e o chefe da oficina acha que te agradou, mas e se ao sair da oficina você andar 2 quadras e um pneu furar e você perder o controle e bater o carro, qual será sua primeira reação? Aonde você vai voltar para reclamar? Pois é, isso acontece muito, principalmente em TI, o pessoal adora enfiar coisas inúteis no projeto, pode ser um relatório a mais, um gráfico a mais, uma “telinha” a mais… Pode ser algo lindo, fantástico, surreal, mas se esta fora do escopo acordado, então é inútil para o projeto, além de poder se transformar em um Risco.
  • Integração: Resumindo, nada do que você leu acima ocorre de maneira isolada, então junta tudo o que esta acima e se vira no dia-a-dia. Exemplo simples, um recurso pede demissão, gerando atraso no cronograma, com isso você acaba tendo que contratar um novo recurso ou subcontratar, esse cara novo pode por em risco a qualidade do projeto. Se ele tiver um salário maior que o anterior, pode afetar seus custos.. e por aí vai.

(isso foi muito mais do que resumido, para saber mais leia pelo menos o livro PMBoK ou o PRINCE2, além de outros menos famosos mas tão interessantes quanto)

Aqui esta bem resumido o dia-a-dia de um Gerente de Projetos, mas se eu tivesse que resumir mais ainda eu diria que o principal papel do Gerente de Projetos é “Antecipar problemas”.

Agora vou falar dos erros que as empresas normalmente cometem ao definir um Gerente de Projetos. Peceberam que a função do Gerente de Projetos é bem específica? Ele é o cara que tem o conhecimento para cuidar do projeto, esse é seu conhecimento: “Gerir Projetos”. “P-R-O-J-E-T-O-S”. O cara não é um Desenvolvedor, Pedreiro, Médico, Engenheiro, ele é um Gerente de Projetos! O que quero dizer é que o Gerente de Projetos não precisa ter conhecimento técnico sobre o projeto, o Gerente de Projeto tem que conhecer de projeto. A técnica do Gerente de Projetos é saber como gerenciar um projeto. (Acho que ficou claro, não?)

As empresas erram muito nisso… mas muito mesmo… erram demais! Elas geralmente encaram a função de Gerente de Projetos como uma promoção para, por exemplo, o Coordenador de Desenvolvimento de TI. E aí a coisa desanda… os projetos vão falhar um atrás do outro. Pois o indivíduo não possui o conhecimento em relação a projetos. Não estou dizendo que o Coordenador de Desenvolvimento não tenha capacidade intelectual para ser um Gerente de Projeto, mas a pessoa precisa ter o perfil e ter estudo sobre o assunto para exercer a função.

Eu mesmo sou um exemplo disso. Eu sou formado em Análise de Sistemas, e fui de Analista de Sistemas para Gerente de Projetos. Não foi uma promoção, e sim uma mudança de função (mesmo porque na ocasião meu salário nem mudou…). Na ocasião eu tinha terminado uma pós-graduaçao sobre o assunto e tinha decidido seguir essa carreira. A prova mais concreta de que o Gerente de Projetos cuida de projetos é que hoje eu gerencio um projeto que é 80% trabalho elétrico e 20% que envolve software, e nem é desenvolvimento. Não manjo absolutamente nada de Engenharia Elétrica, a minha maior realização no assunto foi trocar a resistência do chuveiro em casa, mas mesmo assim consigo gerenciar o projeto. Claro que eu tenho como “braço direito” um especialista em Engenharia Elétrica e outro em Software, mas é cada um na sua especialidade. Eles falam de coisas que eu sequer imagino como funciona (ok, com o tempo acabo absorvendo de qualquer maneira) assim como as vezes peço algumas informações que eles nem imaginam para que servirão.

Já vi muito isso, empresas que colocam como Gerente de Projetos pessoas que sabem de tudo, menos gerenciar projetos. E com isso a coisa afunda, e afunda bonito.

Ah, já ia me esquecendo, quem quer ser Gerente de Projetos precisa estar preparado para deixar para trás a parte técnica. Principalmente se é da área de TI, conforme-se, em menos de 3 anos você já vai ter esquecido tudo o que aprendeu e não vai conseguir acompanhar o desenvolvimento das tecnologias, conforme-se em se atualizar lendo a Info, de forma bem macro. Por isso que os RHs chama essa decisão na carreira de “Carreira em Y”, pois chega um ponto em que você decide se vai continuar como um especialista técnico ou vai para área administrativa.

Não se iluda! Conheço casos em que o especialista técnico ganha mais do que o Gerente de Projetos. Não se deixe enganar pelos titulos dos cargos, escolha o caminho que você realmente gosta. Outro dia fiquei em uma reunião das 9h da manhã até 15h com um cliente discutindo e renegociando um contrato que tinha ao todo, com seus anexos, umas 300~400 páginas… O resultado da discussão poderia terminar de forma precoce um projeto de alguns milhões de Reais (meu chefe com certeza não ficaria feliz) e colocaria na rua cerca de 80 profissionais de diversos níveis (eu incluso, afinal Gerente de Projetos sem projeto não serve pra muita coisa). Se essa cena/situação não te agrada, esqueça a gestão de projetos… Sério, nem tudo são flores, e cenas como a que descrevi acima são bem mais comuns do que você possa imaginar.

Não perca os próximos posts sobre o tema. Vou falar do Gerente de PMO (minha função hoje) e depois o mais divertido: Lições Aprendidas, onde vou falar dos absurdos que acontecem no meio de um projeto, e a solução que adotei para resolver o problema.